Campinas Tech: uma comunidade a serviço do empreendedorismo

Campinas Tech: uma comunidade a serviço do empreendedorismo | Mosaico de momentos da Campinas Tech | Foto: Arquivo Campinas Tech

Segundo dados da Associação Brasileira de Startups (Abstartups), o número de startups no Brasil passou de 4.151 para 12.727, entre os anos de 2015 e 2019.

A cidade de Campinas, por exemplo, concentra 7,9% das startups de hardware do país. O índice foi divulgado pela Sociedade Brasileira de Microeletrônica (SBMICRO), em 2019.

Para quem acompanha esse mercado, o crescimento não é novidade. Afinal, o surgimento de agentes que atuam na aceleração de startups se tornou uma tendência mundial.

Sinônimo de transformação no universo de inovação e empreendedorismo, a Campinas Tech é um exemplo desses agentes. A associação atua no desenvolvimento e criação de negócios de alto impacto em Campinas e região.

Para isso, a organização baseia-se na integração entre startups, aceleradoras, hubs de inovação e todo o ecossistema empresarial para a formação de sua comunidade.

Acima de tudo, a associação possui como valor justamente a união de empreendedores como o segredo para fomentar novos projetos.

Como demonstrativo do sucesso, ao longo de sua trajetória, a Campinas Tech já fomentou 29% das startups associadas e 32% receberam investimento privado.

Desta forma, o resultado não poderia ser outro: 70% dos membros da associação geram faturamento.

Pensando nisso, preparamos esse artigo para expor alguns dos processos que explicam esse potencial de alcance da Campinas Tech. Vamos lá?

Os pilares estratégicos

Com o objetivo de favorecer o ambiente para a construção e crescimento de novos negócios, a Campinas Tech possui três principais frentes de trabalho.

A primeira delas é a Cultura Empreendedora, a qual visa o posicionamento de marca e o reconhecimento por parte da sociedade.

Ou seja, por meio de campanhas de comunicação, como eventos e feiras, cria- se um canal de relacionamento entre a empresa e seu possível consumidor.

Trata-se de uma forma de gerar autoridade e valorização do produto ou serviço junto ao público de interesse.

Além da cultura empreendedora, a Campinas Tech busca gerar o Acesso a Capital para seus membros associados.

Em outras palavras, a comunidade apresenta e divulga os principais veículos de investimento da região, ao passo que também incentiva a formação de novos investidores.

Em paralelo, as lideranças da associação oferecem todo o suporte necessário para garantir a qualificação das empresas. Uma ação que favorece o acesso a linhas de financiamento e aportes de investimento.

O último pilar estratégico da Campinas Tech que iremos abordar é o Ambiente Regulatório. O trabalho é realizado em parceria com os poderes executivos e legislativos da região.

A missão é reduzir a burocracia jurídica e ampliar as oportunidades de incentivos para o surgimento e desenvolvimento de novos negócios.

Atuação com Startups

Dentro desse conjunto de práticas colaborativas envolvendo todo o ecossistema do empreendedorismo, a Campinas Tech atua com ações específicas para as startups.

O processo se divide basicamente em reuniões de Avaliação, Aconselhamento e Acompanhamento. O que significa uma operação que envolve desde o processo de elaboração da ideia para o negócio até sua execução operacional.

A partir de consultorias e mentorias feitas por um grupo de empreendedores, serão definidas as melhores estratégias para que as empresas superem seus principais desafios e alcancem a evolução desejada.

Como você viu até aqui, a Campinas Tech reúne os principais empreendedores da região em uma só associação. Por meio da concentração de ideias e muito conhecimento, novos projetos saem do papel e outras organizações conquistam a projeção necessária para o crescimento.


Redação por Há Propósito Comunicação

Retrospectiva do Ecossistema em 2020

Estamos na reta final do ano. Pela primeira vez, em 2020, nos falta aquele sentimento de nostalgia, de relembrar o que foi feito nos últimos meses, e fazer um balanço do que houve de bom e nem tão bom assim.

A pandemia e o isolamento social pegou a todos de surpresa. De forma abrupta, nos impôs mudanças que afetaram e prometem ditar a partir de agora os nossos hábitos no âmbito social, de trabalho e de negócios.

É inegável que 2020 foi um ano de promessas. Todos nós, inclusive a Campinas Tech, tínhamos vários planos para executar durante o ano. Ficará para o próximo.

É preciso fazer uma retrospectiva de 2020

Contudo, temos que reconhecer que nem só de home office e eventos online foi 2020. O cenário de incertezas que permearam o ano e prometem durar ainda alguns meses nos obrigou, mais do que nunca, a sermos resilientes e inovadores.

O ecossistema campineiro não parou. Várias iniciativas e conquistas mostraram o poder de inovação dos nossos atores; evidenciaram oportunidades subestimadas e nos enchem de expectativas do que o futuro próximo nos aguarda.

Agora, chegou a hora de relembrar, exaltar e refletir sobre eles.

Campinas é oficialmente uma metrópole!

Em junho, Campinas foi classificada como umas das 15 metrópoles brasileiras segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A cidade é a primeira, sem ser capital estadual, a figurar como um dos principais centros urbanos do país.

A classificação é de extrema importância, uma vez que coloca o município como referência para estudos de políticas públicas regionais.

Além disso, o novo status ainda exige que novas políticas públicas sejam pensadas e aplicadas para atender as necessidades da nova metrópole. O ecossistema só tende a ganhar.

César Gon concorreu a “Empreendedor do Ano Global”

César Gon, fundador e CEO da CI&T, e Empreendedor do Ano 2020 pela EY no Brasil | Foto: Divulgação.

Um dos maiores nomes do nosso ecossistema, César Gon – fundador e CEO da CI&T – havia sido eleito em 2019 como o Empreendedor do Ano pela Ernst & Young (EY) no Brasil. O empreendedor concorreu ao prêmio Master com outros cinco grandes empresários brasileiros e em junho deste ano, representou o país na disputa pelo título global.

A eleição foi decidida por voto popular via internet, e a indiana Kiran Mazumdar-Shaw, fundadora da Biocon, acabou levando a premiação.

Não foi dessa vez que trouxemos o prêmio para o Brasil e Campinas, mas fica aqui o orgulho por termos nossos empreendedores reconhecidos mundialmente. Obrigado César!

Mais conexões no ecossistema

Durante todo o segundo semestre, um programa inédito abriu um mar de possibilidades para startups e grandes empresas de Campinas e região: o Campinas Tech Connection.

Uma realização do comitê de Corporate Innovation da Campinas Tech, o programa identificou, selecionou e desenvolveu startups da região através do desenvolvimento de pilotos e projetos com as empresas do comitê e seus fornecedores, parceiros e clientes.

A iniciativa combinou oportunidades de negócio e um programa de mentoria com os principais executivos das corporações participantes. Entre elas, estão: 3M CPFL, DHL, Enforce, Matera, Superlógica e Thomson Reuters.

Com encontros recorrentes e totalmente remotos, as startups tiveram conexões facilitadas com grandes nomes do empreendedorismo, investidores e mentores.

No último dia 10.12, durante a 9ª Conferência Campinas Startups, pudemos prestigiar os resultados com o pitch das startups que passaram pelo programa. Confira!

Devido ao sucesso, a 2ª edição do programa já é certa. Mais conexões virão em 2021.

Deixamos o pódio

Se em 2019 Campinas era “a cidade mais inteligente e conectada do país”, este ano ela ocupou o 4º lugar do Ranking Connected Smart Cities.

O ranking é resultado do relatório elaborado pela empresa de consultoria e inteligência de mercado Urban Systems, e tem o objetivo de mapear os municípios com maior potencial de desenvolvimento no país.

Anualmente, o levantamento analisa publicações nacionais e internacionais sobre as cidades. Ele leva em consideração os seguintes indicadores: mobilidade, urbanismo, meio ambiente, energia, tecnologia e inovação, economia, educação, saúde, segurança, empreendedorismo e governança.

A pontuação máxima possível no ranking é de 69,5 e Campinas alcançou 36,3. Posicionando-se perante o ranking, a prefeitura municipal diz que ações já estão sendo realizadas e devem gerar impactos positivos já na próxima avaliação (saiba mais).

Torcemos!

Empreendedorismo mão na massa ganha as universidades

A Universidade Estadual de Campinas e a Pontifícia Universidade Católica de Campinas ganharam, cada uma, espaços de tecnologia e inovação.

No campus I da PUC, o Espaço Mescla surge como um misto de coworking e laboratório de fabricação digital. O local visa integrar estudantes, professores e pesquisadores das diversas áreas e cursos da universidade em projetos interdisciplinares.

Aberto ao público, o espaço promete criar conexões entre os projetos desenvolvidos no local com empreendedores, empresas, investidores e outras instituições de ensino e pesquisa.

Na Unicamp, a reitoria apresentou em novembro o Espaço Plasma, que já está em funcionamento e vem com o intuito de viabilizar o desenvolvimento de ideias e criações dos alunos da universidade.

O espaço promove ambientes de coworking, estúdio de gravação e espaço maker com diversos equipamentos. Por viabilizar o encontro de alunos de diversas áreas, o ambiente pretende suscitar ainda mais a integração interdisciplinar e colaborativa em torno dos projetos desenvolvidos na universidade.

Dessa forma, pretende-se ainda que o local seja totalmente gerido e organizado pelos estudantes e que possa funcionar 24 horas por dia, todos os dias da semana.

Tanto o Mescla quanto o Plasma, embora em funcionamento, estão seguindo todas as restrições sanitárias impostas pela pandemia. Assim, quando tudo se normalizar e todo o potencial dos espaços começarem a ser utilizados, conheceremos o real impacto da novidade.

Ecossistema tecnológico ainda mais forte

Inaugurado em 2018, foi agora em outubro de 2020 que o acelerador de partículas nacional, Sirius, iniciou oficialmente a sua primeira linha de pesquisa, chamada Manacá.

Pesquisas já vinham sendo feitas em caráter emergencial sobre o novo coronavírus, enquanto o projeto ainda passava por ajustes. Porém, desde outubro, outros pesquisadores já podem contribuir.

Com a iniciativa, Campinas entra no mapa internacional da luta contra o novo coronavírus com um forte aliado.

Paralelamente, este ano, o Hub Internacional para o Desenvolvimento Sustentável (HIDS) ganhou mais força. Iniciativa liderada pela Unicamp, o hub visa construir uma estrutura que combina e articula ações para o desenvolvimento sustentável de forma ampla, incluindo ações que tenham impactos nos eixos social, econômico e ambiental.

O HIDS está longe de ser uma iniciativa exclusiva da Universidade. A intenção é que o espaço tenha a parceria e cooperação de outras instituições de ensino e pesquisa locais, nacionais e internacionais.

Mapeamento do Ecossistema

A partir de um trabalho altamente colaborativo, a Campinas Tech disponibilizou em outubro uma plataforma para mapear os atores de tecnologia de Campinas e Região.

Vista de drone da região central de Campinas (2020) | Foto: Acervo Campinas Tech | Divulgação.

Basicamente, o mapeamento reúne startups, instituições de ensino, centros de pesquisa, universidades, grandes empresas e startups que exercem atividades baseadas em desenvolvimento tecnológico.

A plataforma utiliza um sistema similar ao Google Maps e busca oferecer um levantamento mais real e atual sobre o setor tecnológico. Construída sob open source, a plataforma é aberta para quem quiser colaborar na construção e aperfeiçoamento de seus recursos.

Gerando talentos na tecnologia

Pensando em ajudar a suprir a demanda por profissionais de tecnologia, a Campinas Tech e a Share RH aceitaram o desafio e, sendo braços do movimento Novo Futuro Tech em Campinas e região, criaram o Campinas Tech Talents.

Trata-se de um programa de formação e qualificação profissional de pessoas desenvolvedoras, que irão se especializar, de forma gratuita e online, nas principais linguagens demandadas pelo mercado.

Com inscrições encerradas em novembro, o programa teve mais de 1,7 mil candidatos, provenientes dos quatro cantos do país. Porém, para participar, não era necessário ter qualquer conhecimento prévio em programação. Bastava passar por uma pré-formação em conhecimentos básicos fornecidos pelo próprio programa.

A partir de janeiro de 2021, 240 selecionados passarão por trilhas de formação avançada em Java, Python, React, Node.js, .Net em C# ou Kotlin. As trilhas serão fornecidas por 8 startups e empresas tech da região, que poderão ainda contratar os alunos que se destacarem durante a formação.

Expectativas para 2021

As notícias sobre a vacina nos enchem de esperança, mas ainda precisamos ter cautela. Ainda é cedo para contar com atividades e conexões presenciais como eram antes da pandemia. Pelo menos a curto prazo.

Por outro lado, nesta retrospectiva de 2020, o ecossistema mostrou sua capacidade de se reinventar e inovar em meio às dificuldades e limitações. E é com essas lições que devemos levar para crescê-lo ainda mais.

Em 2022, ao que tudo indica, o Web Summit, uma das maiores conferências de tecnologia do mundo, terá uma edição brasileira.

A cidade escolhida para sediar o evento ainda não foi decidida, mas nosso VP de Ecossistema, José Eduardo Azarite, lançou o desafio: trazer a conferência para Campinas. As ações do ecossistema ao longo de 2021 podem, portanto, ser decisivas para isso.


Redação por:
Felipe, da Campinas Tech.

Campinas Tech Connection

 

Atualmente, quando debatemos acerca da inovação aberta e de como a mesma traz inúmeros benefícios para as empresas, uma das estratégias mais bem vistas – e desafiadoras em sua execução – é a conquista da inovação através do relacionamento e cooperação entre startups e corporates.

Com culturas organizacionais muitas vezes distintas, a princípio é desafiador criar um diálogo entre esses dois modelos de negócio. Buscar um alinhamento entre os segmentos e os serviços oferecidos por ambas requer destreza dos líderes e times envolvidos no processo de cooperação.

Os desafios para alcançar a Inovação

Hoje é bastante comum grandes empresas, dos mais variados segmentos, organizarem prêmios, desafios ou programas destinados a startups. O intuito é encontrar a pupila que lhes ajudará a inovar.

Dentro de alguns critérios de seleção e posteriormente, adequação do negócio, as startups que chegam ao fim destes processos conseguem dar um salto gigantesco em vários aspectos do negócio. Por outro lado, as corporações conseguem trazer novas soluções ou inovar em seus processos.

Para as startups, os ganhos vão desde a maturação do negócio; a visibilidade e prestígio dentro do universo empreendedor – o que pode facilitar muito no acesso ao venture capital; a segurança financeira – uma vez que passam a ter um grande e fixo cliente; até uma possível fusão à corporate que promoveu a oportunidade.

Conexões para inovar

Embora os programas de seleção de startups estejam em alta, há outras inúmeras iniciativas que uma empresa pode adotar para o alcance da inovação no ambiente corporativo. Aqui no ecossistema campineiro contamos com um Comitê de Corporate Innovation que reúne diversas grandes empresas da região para a aplicação da inovação aberta. Hoje fazem parte desse grupo a 3M, CPFL, DHL, Enforce, Matera, Superlógica e Thomson Reuters, com encontros mensais organizados pela Campinas Tech (mas em breve, outras grandes empresas entrarão nesta lista).

Uma das iniciativas do grupo é o Campinas Tech Connection, uma nova ação do ecossistema que visa identificar, selecionar e desenvolver startups da região através do desenvolvimento de pilotos e projetos com as empresas do comitê e seus fornecedores, parceiros e clientes.

A iniciativa surge para combinar oportunidades de negócio e um programa de mentoria com os principais executivos das corporações participantes. Tudo isso independente do segmento em que atua a startup – todas são bem-vindas!

Ficou interessado em participar com a sua startup? Confira o edital no formulário e inscreva a sua!


Redação:
Felipe, da Campinas Tech.

Veja o que aconteceu na Campinas Tech em 2019!

2019 foi um ano muito produtivo para o Ecossistema Empreendedor de Campinas. Esse ano conquistamos o posto de cidade mais inteligente e conectada do Brasil na 5ª edição do Ranking Connected Smart Cities, destacando-se em áreas como economia, tecnologia e inovação, empreendedorismo, governança e mobilidade (Veja a matéria). Justamente por isso, estamos muito felizes pela Campinas Tech ter contribuído para que isso acontecesse.

Ao todo, esse ano foram mais de 2.500 pessoas impactadas com os nossos eventos e mais de 10 mil acessos em nosso site. São 250 empreendedores fazendo parte do nosso ecossistema, e cada um deles representou e contribuiu para que Campinas fosse um lugar melhor para empreender e para que conseguisse se destacar. Nosso muito obrigado membros Campinas Tech! Vocês fazem parte dessa história.

Para relembrar, selecionamos alguns momentos marcantes desse ano. Confira:

Nossa equipe cresceu!

Quem se lembra de antes da fusão Rede Global do Empreendedorismo (RGE) e Associação Campinas Startups (ACS)? Época quando ainda éramos todos voluntários e já acreditávamos no potencial de Campinas e em como o empreendedorismo pode ser um divisor de águas.

Hoje temos uma equipe pronta para trazer ideias novas, qualidade às operações e expandir o que fazemos. (Veja quem somos)

1º Corporate Innovation Forum foi realizado com sucesso

Impactamos mais de 100 pessoas em uma manhã de terça-feira em uma semana de feriado! Após esse evento convidamos nosso membro e amigo Menotti Franceschini para ser líder do Comitê de Corporate Innovation da Campinas Tech, um grupo que tem o propósito de promover a inovação aberta a partir da troca de experiências, além do fortalecimento da cultura de inovação e do ecossistema da região.

A 2ª edição do Corporate Innovation Forum já está confirmadíssima e acontecerá em março. Registre seu interesse para receber em primeira mão a data e os palestrantes.

Reunimos os melhores limões e fizemos uma grande limonada

8ª Conferência Campinas Startups
César Gon, da CI&T; X; Oswaldo Fernandes e Rosana Jamal, da Baita Aceleradora; e José Eduardo Azarite, da Venture Hub; durante trilha de Corporate Innovation na 8ª CCS | Foto: Divulgação.

Contamos com o apoio dos principais players de Campinas para a realização de 9 trilhas temáticas espalhadas pela cidade durante a manhã, trazendo conteúdo de altíssimo nível. No período da tarde contamos com speakers como Fábio Póvoa e Israel Geraldi. Foram mais de 300 pessoas focadas em trazer as melhores ideias para suas empresas!

Tivemos programas de mentorias!

Mentoria em Grupo com Ricardo Cardo, CEO da Enforce
Mentoria em Grupo com Ricardo Cardo, CEO da Enforce, em julho de 2019 | Foto: Campinas Tech

Esse ano colocamos 4 mentorias em ação e são elas: mentoria individual, pareada, avançada e Mentoria em grupo. Foram mais de 50 empreendedores recebendo mentorias qualificadas e diminuindo os riscos de sua startup! Quer saber saber mais detalhadamente sobre os programas de mentoria? Dá uma olhada nessa matéria que preparamos em agosto.

Se depois de tudo isso bateu aquele interesse em ser mentorado, não deixe de se inscrever e receber a sua mentoria! (Veja como e aplique-se).

O ano foi da Educação Empreendedora!

Talk Show Empreendedor no Anglo Paulínia
Talk Show Empreendedor no Colégio Anglo de Paulínia | Imagem: Campinas Tech.

Em 2019, Educação Empreendedora foi um dos principais motores da Campinas Tech para criar um ambiente empreendedor de impacto na cidade e região. A fim de estimular o empreendedorismo como opção de carreira, realizamos 5 edições do nosso tradicional Talk Show Empreendedor em escolas e universidades de Campinas e Região, onde empreendedores foram convidados para retornar à escola a fim de conversar com os alunos sobre suas trajetórias e inspirá-los para uma carreira de propósito.

Mas as ações de educação não pararam por aí. Em nosso site criamos uma seção de conteúdo para empreendedores, com o intuito de mapear o acesso a materiais de empreendedorismo que auxiliem interessados pelo tema a darem seus primeiros passos no assunto. São várias dicas de livros, podcast, vídeos, cursos, influenciadores, instituições e muito mais (confira esse hub de conteúdo).

Fica aqui o nosso agradecimento aos nossos voluntários que atuaram na frente de Educação Empreendedora. Sem eles, não teríamos impactado tantos jovens!

Hackeando no Hacktown

"Espaço Comunidades” no Hacktown
Equipe Campinas Tech, 3xbit e Share Rh no “Espaço Comunidades” | Foto: Campinas Tech

Em setembro, a Campinas Tech marcou presença na programação oficial do Hacktown 2019, em Santa Rita do Sapucaí – MG. O evento, um dos maiores e mais diversos festivais de inovação, tecnologia e economia criativa do país, contou com o “Espaço Comunidades”, sob nossa organização, onde discutimos sobre a importância dos ecossistemas de startups e o fomento de empreendedorismo de impacto com vários atores do universo empreendedor no Brasil.

Aqui no blog, registramos como foi nossa experiência antes e depois do festival, no artigo “Vale da Eletrônica: breve relato sobre o procedimento de visitação técnica”, no qual nossa equipe contou como foi conhecer a cidade e os primeiros preparativos para nossa ação no festival; e o “O que fizemos e aprendemos no Hack Town?”, onde nossa equipe contou tudo o que vivenciou e aprendeu no evento. Não deixe de conferir e fique ligado, porque em 2020 tem mais!

Aprendendo a captar investimentos sem sair de casa

No segundo semestre nossos voluntários da frente de Acesso a Capital colocaram em prática um projeto audacioso: promover lives quinzenais com investidores e empreendedores (com cases de sucesso na captação de investimentos) para um bate papo com perguntas e respostas ao vivo. O projeto ainda está em fase beta, mas vale a pena acompanhar! Confira a última live realizada neste ano:

Após esse ano incrível, só nos resta a agradecer aos nossos patrocinadores e membros por acreditarem em nosso propósito e por fazerem parte da nossa história! Nos vemos em 2020 com muitas novidades!


Redação por:
Maíra Rodrigues, da Campinas Tech.

Apoio e revisão:
Felipe Trevisanutto, da Campinas Tech.

Você sabia que a Campinas Tech tem um grupo de trabalho de Mentoria?

Foto por You X Ventures no Unsplash.

De acordo com o Sebrae, a Mentoria é reconhecida mundialmente como um dos melhores métodos para promover o desenvolvimento do indivíduo em diversas dimensões da vida pessoal e profissional. Refere-se a um relacionamento transformacional pelo qual uma pessoa (mentor) contribui para o crescimento de outra pessoa (mentorado) em diferentes áreas da dimensão humana (cognitiva, afetiva, operacional), a partir do compartilhamento de conhecimentos e experiências. Legal, não é mesmo?!

Pois bem, o grupo de trabalho de Mentoria da Campinas Tech tem como objetivo aumentar a maturidade dos empreendedores através de diversas atividades periódicas de Mentoria Empresarial.

As atividades de Mentoria Empresarial podem ser feitas individualmente, em grupo, pareada ou em temas específicos de acordo com a necessidade do mentorado.

Na Mentoria Individual, mentor e mentorado têm a oportunidade de estabelecerem um diálogo franco e pragmático sobre questões atuais do empreendedor e avaliarem o estágio do empreendimento e de tratarem as soluções dos problemas de forma simples, direta e criativa.

Já a Mentoria em Grupo oferece narrativas de histórias de sucessos e fracassos de empreendedores relevantes para o ecossistema, em encontros presenciais mensais noturnos, com duração de 2 horas e que servem de inspiração para os novos empreendedores.

Mentoria em Grupo com Ricardo Cardo, CEO da Enforce, em julho de 2019 | Foto: Campinas Tech

A Mentoria Pareada é um ambiente de troca no qual mentores e mentorados alternam seus papéis. Com propósito de compartilhar as dores e as soluções entre os participantes, o ambiente propicia a construção de relacionamentos de confiança e cumplicidade, para dar e receber feedback, aprender a ouvir e falar atentamente.

E para temas específicos como estratégia de mercado, marketing e vendas, gestão de pessoas, finanças, operação, processos, tecnologia e negócios, a Mentoria Temática traz encontros mensais, presenciais e focados nas áreas do conhecimento com especialistas que contribuem para o amadurecimento dos empreendedores.

Ficou interessado em participar de uma Mentoria ou contribuir como mentor? Clique neste formulário para se cadastrar ou consulte o site da Campinas Tech para conhecer outras ações do ecossistema.


Redação por:
Wlademir Junior, voluntário da Campinas Tech.

Avaliação do Ecossistema Empreendedor de Campinas está disponível em ebook

A Campinas Tech lança hoje, 05 de julho, a Avaliação do Ecossistema Empreendedor da cidade de Campinas-SP, realizada durante o mês de maio pelos seus voluntários do grupo de trabalho Ambiente Regulatório.

O grupo de trabalho Ambiente Regulatório se propõe a estudar as regras e as obrigações a que todo empreendedor está sujeito com o propósito de criar, em conjunto, soluções que tornem mais ágil e descomplicado o ambiente regulatório do município, impactando positivamente no desenvolvimento socioeconômico local.

Com isso, o relatório apresentado no ebook tem como objetivo apresentar o resultado da pesquisa de avaliação do ambiente regulatório realizada a partir da coleta de dados via questionário disponibilizado aos membros da Campinas Tech durante o mês de maio.

O questionário teve como propósito a identificação das principais dores do ecossistema empreendedor de Campinas com o intuito de, ao final, realizar a elaboração de Políticas Públicas voltadas ao fomento de medidas que visem o desenvolvimento socioeconômico da região.

O trabalho teve coordenação de Rogério Peres e edição de Graziela Brandão. Os membros que auxiliaram no resultado deste relatório foram: Carolina Andrade, Darcy Júnior, Fábio Pezzotti, Graziela Brandão, Juliana Moura Pires, Lucas Neves, Leonardo Archiere, Leiry Piva, Renato Dahlstrom Hilkner.

Faça o download agora mesmo!

 

Como os pilares do Design Thinking foram construídos na história?

Foto por Patrick Schöpflin no Unplash.

Nesse segundo capítulo da série “Compreendendo Design Thinking por meio da história do design” vamos contar como o Design Thinking surgiu. O autor Jon Kolko traz a explicação por um viés bem contextualizado. Em sua visão, não há um “big bang” que deu origem à abordagem, mas diversos acontecimentos ao longo da história do design que resultaram em uma maneira específica de pensar por parte dos designers, ou o que ele chama de pilares do Design Thinking:

À medida que os profissionais da área passaram a atuar em organizações, o design se tornou mais democrático. Ou seja, diminuiu-se a distância que havia entre designers e usuários/não-designers. Estas pessoas foram inseridas no processo em um movimento de participação, colaboração e emancipação. Os designers, em contrapartida, tiveram seu papel um pouco modificado, pois também se tornaram facilitadores do processo criativo. O funcionamento da nova lógica exigiu uma relação emocional e colaborativa verdadeira entre as pessoas envolvidas, o que resultou no primeiro pilar do Design Thinking: a empatia, ou seja, a aptidão para desenvolver conexão emocional com usuários/não-designers e criar uma colaboração significativa com eles, transformando-os em co-designers.

Nas décadas de 1950 e 1960, muitas pesquisas se dedicaram a entender como as pessoas resolviam problemas. Alex Osborn, por exemplo, coloca o design como uma maneira divertida, ilógica, criativa e não racional para tal. Em sua teoria, criou o famoso brainstorming – encontro de pessoas para pensar em ideias. As regras são não criticar, focar em quantidade, aceitar qualquer ideia e construir a partir delas. Donald Schön, por sua vez, entende que o pensar e o fazer se complementam e estabelecem limites entre si. A partir do seu enquadramento, o designer identifica problemas no que está criando e faz algo novo para resolvê-los, o que gera novos problemas e assim por diante. O autor Vilém Flusser também aborda o fenômeno, intitulado por ele como “dialética interna da cultura”, em seu livro “O mundo codificado”. No estudo, ele frisa a responsabilidade do designer ao desenhar soluções, já que elas virão a ser novos obstáculos no futuro. Pesquisas como essas levaram ao segundo pilar do Design Thinking: habilidade de explorar problemas de diversas maneiras, sejam lógicas, ilógicas, lineares e divergentes, com a capacidade de transitar entre elas livremente.

As décadas de 1970 e 1980 deram início ao pensamento sobre usabilidade. Com a difusão da rede de computadores nas organizações, percebeu-se que a falta de usabilidade gerava mais gastos. A solução da época foi mapear o comportamento humano em detalhes – cada tecla pressionada e decisão cognitiva – para identificar as ineficiências, o que se mostrou ser algo extremamente complicado de se aplicar. Já com a popularização dos computadores além do ambiente corporativo, outras maneiras mais interessantes de melhorar a usabilidade apareceram. Uma importante foi o teste: assistir aos usuários utilizando o produto ou o serviço ao invés de se basear em teorias para encontrar os problemas em usabilidade. Na década de 80, o protótipo foi uma ferramenta desenvolvida para melhorar o teste. A capacidade de construir um modelo de produto/serviço com o máximo valor possível e que possa ser testado com rapidez tem sua relevância até hoje. A evolução acerca da usabilidade deu origem ao terceiro e último pilar do Design Thinking: criar produtos/serviços com alto nível de fidelidade com os usuários, a partir de testes e protótipos para entender o que as pessoas querem e para entregar valor.

Ao mesmo tempo em que as ideias acima surgiram, outra perspectiva sobre o Design Thinking emergiu – o design, em sua função de resolver problemas, como um fenômeno cultural. Por meio dele é possível experienciar e otimizar o mundo em um processo que valoriza a história, o significado e a condição humana.

As críticas ao Design Thinking

Existem estudiosos e designers que não enxergam o Design Thinking como algo tão positivo. Entre as críticas de profissionais relevantes, como Natasha Jen, da Pentagram, Lee Vinsel e o próprio Jon Kolko, é problematizada a maneira como se usa a abordagem (o modo de pensar do designer). De acordo com eles, um conceito complexo, natural – e desordenado, como afirma Jen – é aplicado como um método simples, engessado e alienado do contexto histórico. O que o grupo alerta é que o uso comercial do Design Thinking pode desprendê-lo da essência do design, que mescla a atitude de melhorar uma situação com foco nas pessoas, conceitos intelectuais e a ação de criar “coisas”, de fato.

“In the end, Design Thinking’s not about design. It’s not about the liberal arts. It’s not about innovation in any meaningful sense. It’s certainly not about ‘social innovation’ if that means significant social change. It’s about COMMERCIALIZATION.” Vinsel, L. Design thinking is kind of like syphilis—it’s contagious and rots your brains.

“No fim, Design Thinking não é sobre design. Não é sobre artes liberais. Não é sobre inovação em nenhum sentido significativo. Com certeza não é sobre ‘inovação social’ se isso significa mudança social significativa. É sobre COMERCIALIZAÇÃO”. Tradução livre.

No terceiro e último capítulo da série, vamos materializar o que pensamos sobre o assunto com o exemplo do treinamento de Design Thinking para os servidores públicos de Boa Vista (RR), no âmbito do projeto Observatório de Gestão Pública de Boa Vista (OBV), um portal que permitirá que a população acompanhe os gastos e atividades das secretarias municipais da cidade de Boa Vista. Ah, se você quiser conferir o que vimos no primeiro capítulo “História do design – do foco no consumo para o foco no usuário” é só clicar aqui!


Texto por:
Rebeca Bissoli Silvestre e originalmente publicado no Caiena Blog.

 

Campinas Tech no Superlógica Xperience 2019

Campinas sediou nos últimos 06 e 07 de junho a 3ª edição do Superlógica Xperience, o maior evento da economia da recorrência da América Latina. E a Campinas Tech esteve lá, expondo as iniciativas das frentes de trabalho da comunidade empreendedora de alto impacto e apoiando o evento.

Superlógica Xperience 2019 | Foto: Divulgação.

O Superlógica Xperience 2019 contou com 35 horas de conteúdo, 50 expositores, mais de 4000 participantes, mentoria, networking regado à muito chopp e um encerramento apoteótico com show de rock.

Em 5 palcos temáticos – Gestão e SaaS, SaaS, Deep Dive, Imobiliárias e Condomínios – os mais de 85 palestrantes discorreram sobre como a transformação digital das empresas está gerando disrupção nos negócios e criando novos e reais valores para as
pessoas, empresas e sociedade.

Giovanna Vallin, Gerente de Marketing do Superlógica Xperience | Foto: Divulgação.

A abertura do evento foi realizada pela Amanda Camasmie, Head de Marketing e Giovanna Vallin, Gerente de Marketing da Superlógica Xperience, que deram as boas vindas aos participantes e receberam no palco da plenária André Baldini – CEO da Superlógica para apresentar o Panorama da Transformação Digital no Brasil. Na sequência, Douglas Tokuno, Fabricio Bloisi, Lais Ribeiro e Mario Kaphan concluíram as apresentações da primeira manhã do evento. Durante a tarde, mais de 20 palestras foram realizadas com destaque para o painel ‘Como liderar pessoas para a transformação’ mediado pelo Luiz Drouet – Managing Partner da Share RH e Vice-Presidente de Ecossistema da Campinas Tech. Os trabalhos do 1º dia de evento foram concluídos com um show da Banda Oficial da Superlógica.

Dan Tyre, Sales Director da HubSpot | Foto: Divulgação.

A manhã do 2º dia do evento também foi marcada pela realização de mais de 20 palestras. Já na parte da tarde Dan Tyre, Marc Tawil, Lars Silberbauer e Sandra Miller, marcaram presença no palco da plenária e o destaque foi a palestra ‘Superlógica: Culture Code é para os fracos: como a Superlógica criou sua cultura usando memética e peer-pressure’ do Emerson Rodrigues – Head de Cultura da Superlógica e Líder da frente de trabalho de Mapeamento do Ecossistema da Campinas Tech. O evento foi encerrado apoteoticamente com show de rock regado a muito chopp.

Os preparativos para a 4ª edição do Superlógica Xperience já começaram e estão a todo vapor. A expectativa para 2020 é a de receber um público participante ainda maior, e continuar destacando a cidade de Campinas no cenário internacional, como referência nas áreas de tecnologia e empreendedorismo de alto impacto. Mais informações estão disponíveis no xperience.superlogica.com.

E a Campinas Tech estará lá, apoiando e fazendo de Campinas a melhor cidade, não capital, para empreender do Brasil.

Campinas Aqui é o Lugar!

Compreendendo o Design Thinking por meio da história do design

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Foto por Anika Huizinga no Unplash.

Design Thinking é uma buzzword que se tornou muito popular após ser adotada por Tim Brown, da IDEO. Mas ele não foi o primeiro na história do design a utilizar o termo. O tema já é explorado por pesquisadores da área de design desde a década de 80, como Nigel Cross e Bryan Lawson. Nesse meio tempo, muitos modelos de Design Thinking surgiram graças a modos amplamente diferentes de perceber as situações de design e graças às teorias e metodologias desta e de outras áreas, como psicologia e educação. Simultaneamente, isso gerou um vasto arsenal de ideias e metodologias, mas também causou confusão sobre o conceito, já que muitos conteúdos por trás das definições não foram difundidos da mesma maneira.

Como será possível ter um entendimento mais claro sobre Design Thinking? Nós temos uma possibilidade: compreender o assunto por meio de uma viagem pela história do design! Descubra, em uma série de três capítulos, como aconteceram as mudanças de paradigma na história do design, como elas moldaram os pilares do Design Thinking, o que designers e teóricos pensam sobre o conceito e, finalmente, como a Caiena enxerga e utiliza o método.

Capítulo 1: História do design – do foco no consumo para o foco no usuário

Vamos começar resumindo uma das principais mudanças de paradigma da história do design. O design começou a ser mais explorado no século XIX. Ele se desenvolveu em resposta à Revolução Industrial que substituia a produção artesã pela produção em larga escala. Designers observaram a tentativa frustrada de industriais em manter a mesma lógica de produção no novo contexto – reproduzir os produtos feitos à mão e personalizados nas máquinas – e lançaram uma ideia revolucionária. Ao perceber que o centro das atenções devia ser a capacidade da indústria, eles sugeriram que os produtos se adaptassem a ela. Assim, desenharam novas versões dos objetos, em sua forma mais simples, a partir do que as máquinas eram capazes de fabricar e com o objetivo de otimizar a produção.

Com o desenvolvimento da indústria – e toda a história que já conhecemos – o design ainda manteve seu papel de auxiliar a lógica de consumo. Continuou sendo disciplina empregada, principalmente, na criação de aspectos estéticos-formais que tornassem os produtos mais atrativos para o mercado consumidor crescente.

É por isso que dizemos que o design, naquele contexto, era centrado no consumo e/ou na indústria.

Com o passar dos anos, já na época pós revolução industrial, muita coisa mudou. No decorrer de sua atuação, designers enxergaram novas maneiras de pensar a prática. Assim, o design como profissão teve seu viés estratégico aflorado.

“Design has historically been a tangible medium, one where we can clearly see or touch the output of the creative process. (…) But design also generates output that is less apparent. The design of a workspace includes more than just the physical arrangement of a building. The processes used, the working and operating hours, employee titles, corporate hierarchy, and compensation structure – these have all been designed (…).” (Jon Kolko, The divisiveness of design thinking).

“O design tem sido um meio tangível historicamente, em que podemos ver claramente ou tocar no resultado do processo criativo. (…) Mas o design também gera resultados menos aparentes. O design de um espaço de trabalho inclui mais do que apenas o arranjo físico de um edifício. Os processos utilizados, as horas de trabalho e de operação, os títulos dos funcionários, a hierarquia corporativa e a estrutura de remuneração – tudo isso foi desenhado (…).” (tradução livre)

Na transição, o foco deixou de ser o produto e passou a ser as pessoas e os problemas que elas querem/precisam resolver. Ou seja, o design passou a ser centrado nas pessoas.

No desenvolvimento dessa ideia, se configura a lógica do Human-centered Design, de onde surgem ou se relacionam diversas abordagens de projetos, entre elas o Metadesign, o Design Driven Innovation e o Design Thinking.

No próximo post dessa série, vamos explicar de maneira mais detalhada como as mudanças no foco do design foram constituindo os pilares do Design Thinking! Além disso, também apresentaremos a visão de alguns teóricos e profissionais sobre a utilização do método no mundo dos negócios. Não perca!


Texto por:
Rebeca Bissoli Silvestre e originalmente publicado no Caiena Blog.

Mapeamento de conteúdo de Educação Empreendedora da Campinas Tech

A Campinas Tech possui 5 frentes de trabalho atuando na melhoria e integração do fomento do ecossistema empreendedor de Campinas. Uma destas frentes é a Educação Empreendedora, com foco em levantar e compartilhar conhecimento sobre empreendedorismo ajudando os empreendedores e aspirantes a adquirir conhecimento para auxiliar nessa jornada.

A frente de Educação Empreendedora atua com eventos de empreendedorismo em escolas, faculdades e empresas, mapeamento de eventos e ações do ecossistema e divulgação de conteúdo de empreendedorismo.

Confira: Campinas Tech promove Talk Show Empreendedor aos alunos do Anglo Paulínia

Foi realizado um mapeamento de conteúdo de empreendedorismo para auxiliar os aspirantes a darem seus primeiros passos no assunto e garantir mais conhecimento a quem está trilhando este caminho. O conteúdo será revisado e atualizado constantemente no site da Campinas Tech com intuito de deixar o material o mais atual possível.

A lógica do conteúdo se organiza em 3 pilares:

  • Foco no projeto empreendedor: abrange todo o conteúdo para ajudar na trilha do projeto de abertura, crescimento e gestão da startup, compreendendo todo o ciclo de vida do negócio, desde a fase de ideação, passando pela escalabilidade e transformação da startup em um negócio escalável e repetitivo;
  • Foco na pessoa empreendedora: abrange todo o conteúdo com foco nas habilidades sociais e emocionais da pessoa que está buscando ou atuando como empreendedor;
  • Conteúdo de suporte: abrange redes sociais e blogs, digital influencers, livros e podcasts que falam sobre o empreendedorismo.

Esperamos que o conteúdo seja útil. O acesse pode ser feito dentro da aba “conteúdos”, aqui no site da Campinas Tech. Acesse agora mesmo!


Texto por:
Frente de Educação Empreendedora da Campinas Tech.


Quer ter ser negócio vinculado a um dos nosso grupos de trabalho (como a frente de Educação Empreendedora)? Saiba como na nossa campanha de patrocínio.