O Método Thomson Reuters de Inovação

Foto: Thomson Reuters Brasil / Divulgação.

Por si só, manter um negócio inovador não é uma tarefa fácil, independente de sua área ou porte. Pequenas, médias e grandes empresas precisam estar atentas não só as inovações tecnológicas, mas também as transformações nas relações e comportamentos sociais.

Isso porque a inovação não reside apenas no entrega final de uma empresa, com a oferta de um produto ou serviço super inovador. Ela precisa – e deve – estar presente em todas as etapas e processos de um negócio. Aquela que percebe isso antes, e aplica essas práticas, sai na frente.

A inovação aberta é um primeiro e importantíssimo passo para manter o processo de inovação constante em uma empresa, mas não pode ser o único. A Thomson Reuters tem essa consciência e justamente por isso mantém uma série de ações em paralelo para que a inovação não pare. A partir de agora, você conhecerá algumas delas.]

Fazer-se presente

Foto Thomson Reuters Brasil / Divulgação.

Estar imerso em ambientes permeados de inovação e criatividade é premissa fundamental para ter ideias inovadoras ou encontrar parceiros que agregam isso à empresa.

Por isso, a Thomson Reuters participa de inúmeras reuniões com empresas especializadas em variadas áreas para encontrar e trabalhar de forma inovadora e conjunta. Com startups, sua interação vai desde a participação em eventos – onde costumam ouvir uma centenas de pitches – até a presença em hubs de empreendedorismo e inovação, como a Campinas Tech.

Accelerator Day

Foto Thomson Reuters Brasil / Divulgação.

Para a Thomson Reuters, as startups têm um papel muito importante no desenvolvimento da sua cultura inovadora. Isso porque elas conseguem trazer soluções que até então eram inimagináveis para a companhia.

Há alguns anos a empresa promove o Accelerator Day, um programa que busca selecionar startups de determinados segmentos e desenvolvê-las para possíveis projetos em parceria com a multinacional. A Neuralmind, startup campineira de inteligência artificial, foi uma das selecionadas na última edição (2019) do programa.

O poder da co-criação!

A inovação está intrinsecamente relacionada a solução de problemas, independente da área ou da consciência da existência dessa dor. Para a companhia, esse quesito é levado muito a sério na hora de se reinventar e é comum a cocriação de práticas e soluções inovadoras.

Na Thomson Reuters, clientes e parceiros não só trazem desafios para empresa como também tem a liberdade para sugerir e colaborar com a criação de produtos e serviços.

Inovathon & Open Innovation na Veia

Foto Thomson Reuters Brasil / Divulgação.

Até aqui, já deve ter ficado claro o propósito da Thomson Reuters de inovar em seus processos internos para poder entregar soluções inovadoras para o mercado e sociedade. Por consequência, institucionalmente a companhia promove dois programas internos que a ajuda a garantir esse propósito.

Um deles é o Inovathon, onde equipes formadas por colaboradores desenvolvem projetos de inovação e melhorias para o dia a dia da Thomson Reuters e dos seus clientes.

Outro programa é o Open Innovation na Veia, um modelo em que determinadas áreas da empresa apresentam uma dor para a área de inovação que, com a ajuda de alguma startup, buscam uma solução conjunta.

Em ambos os casos, é interessante ressaltar que o colaborador pode destinar parte da sua jornada para se dedicar aos projetos, sem se sobrecarregar com tarefas – o que vem trazendo ótimos resultados na produtividade e inovação dos processos.

Campinas Tech Connection

Aqui no ecossistema campineiro a Thomson Reuters faz parte do Comitê de Corporate Innovation, que reúne diversas grandes empresas da região para a aplicação da inovação aberta.

Oficialmente, hoje fazem parte também desse grupo a 3M, CPFL, DHL, Enforce e Matera, com encontros mensais organizados pela Campinas Tech. Entretanto, outras grandes empresas devem somar a essa lista em breve.

Uma das iniciativas do grupo é o Campinas Tech Connection, uma nova ação do ecossistema que visa identificar, selecionar e desenvolver startups da região, através do desenvolvimento de pilotos e projetos com as empresas do comitê e seus fornecedores, parceiros e clientes.

A iniciativa surge para combinar oportunidades de negócio, investimentos e um programa de mentoria com os principais executivos das corporações participantes. Tudo isso independente do segmento em que atua a startup – todas são bem-vindas!

Ficou interessado em participar com a sua startup e poder colaborar com a Thomson Reuters e outras grandes empresas? Confira o edital no formulário e inscreva a sua!


Redação:
Felipe, da Campinas Tech.

Apoio & Revisão:
Mauricio Lubachescki, Head de Inovação e Treinamento na Thomson Reuters Brasil.

Você sabe o que é Inovação Aberta?

Foto por peoplecreations no Freepik.

Assunto de extrema importância para grandes corporações, startups, estudantes, universidades, investidores e tantos outros players, o conceito de Inovação Aberta – ou Open Innovation – defende uma abordagem de inovação mais descentralizada, envolvendo diversos stakeholders.

A proposta é que as empresas se abram para o mercado com o propósito de cooperar com o contexto em que estão inseridas. Assim, tornam-se preparadas a mudar seu mindset, cultura, processos e, consequentemente, criar produtos e serviços que sejam assertivos e benéficos tanto para a empresa quanto para o ecossistema ao seu redor.

Esse novo conceito de inovação foi criado por Henry Chesbrough, professor da universidade de Berkeley, nos Estados Unidos, e autor de um livro com o mesmo nome publicado em 2003. Seu livro possui uma abordagem de inovação mais bem-distribuída entre os stakeholders, mais participativa e mais descentralizada.

Para o autor, a “inovação aberta é o uso de fluxos de conhecimento internos e externos para acelerar a inovação interna e expandir os mercados para o uso externo de inovação, respectivamente”. Os benefícios de ter uma cultura de open innovation incluem:

  • Redução do tempo entre desenvolvimento e comercialização
  • Abertura de novos mercados
  • Diminuição de custo em diversas etapas
  • Geração de ideias e base de conhecimento
  • Democratização de acessos a ideias
  • Promoção de networking
  • Inovação para produtos/serviços já existentes

O conceito provou seu valor e Chesbrough conta que, antes de publicar seu livro sobre o tema, fez uma busca pela expressão “Open Innovation” no Google e a ferramenta retornou cerca de 200 resultados. Em 2010, fez novamente a mesma busca e obteve 13 milhões de links.

Veja algumas formas de implantar a Inovação Aberta em sua empresa

Eventos e programas com startups

Os eventos de startups são situações perfeitas para ver o que está surgindo de novo no mercado e quais são as tendências para o seu setor, além de conhecer novas pessoas e até pensar em possíveis parcerias.

Inovação interna

Para sensibilizar os colaboradores para a inovação, é interessante lhes proporcionar treinamentos, workshops e encontros criativos. Os colaboradores vão precisar de momentos livres para exercerem seus papéis de geradores de ideias e cocriadores em todas as etapas do processo de inovação. Dessa forma, eles se sentirão importantes no contexto e vão internalizar a cultura de inovação em seus cotidianos.

Inovação com clientes

Implantar um Programa de Ideias com a participação de pessoas externas à organização – como clientes, fornecedores e até mesmo a comunidade em geral.

Quando a empresa abre um canal para receber ideias externas, ela recebe diretamente o feedback dos seus parceiros, podendo receber insights valiosos sobre como os seus produtos e processos são percebidos externamente.

 

Para te auxiliar neste processo de mudança de cultura e adesão à inovação aberta, a Venture Hub – aceleradora e importante ator do nosso ecossistema – preparou e disponibilizou um canvas para ajudar empresas a estruturarem suas estratégias e projetos de inovação. Confira:

Para saber mais e ter acesso ao quadro ampliado, clique aqui!

Desde 2019, a Campinas Tech reúne algumas das empresas mais inovadoras da região e hoje mantem um comitê de Corporate Innovation. O grupo vem com o propósito de promover a inovação aberta a partir da troca de experiências, além do fortalecimento da cultura de inovação e do ecossistema da região. Nesta entrevista com Menotti Franceschini, líder do comitê, você saberá como!


Participe do Comitê Campinas Tech de Corporate Innovation! Entre em contato pelo e-mail contato@campinas.tech, ou então nossas redes sociais.


Redação:
Maíra R. Arruda, da Campinas Tech.