Startup: tudo o que você precisa saber

Startup: tudo o que você precisa saber | Foto por cookie_studio no Freepik.

O termo “startup” no Brasil começou a ser utilizado só entre 1996 e 2001. Apesar de usado nos EUA há várias décadas, só nessa época o termo ficou conhecido por aqui. E os vários conceitos e significados começaram a aparecer.

Alguns autores denominam startup como qualquer pequena empresa em seu período inicial, outros defendem que uma startup é uma empresa inovadora com custos de manutenção muito baixos, mas que consegue crescer rapidamente e gerar lucros cada vez maiores.

No entanto, há uma definição mais atual, que parece satisfazer a diversos especialistas e investidores: uma startup é um grupo de pessoas à procura de um modelo de negócios repetível e escalável, trabalhando em condições de extrema incerteza.

E como funciona? A minha empresa é uma?

Essa é uma pergunta que sempre recebemos: “eu sou uma startup?

O ponto de partida de toda startup é criar uma solução inovadora para um problema que ainda não foi devidamente solucionado pelo mercado. As pessoas confundem “ser” uma startup com “ter uma cultura de startup”, mas isso é papo para outro dia.

Para auxiliar na definição do modelo de negócio das startups, recorremos a alguns autores e seus livros:

Business Model Generation, de Alexander Osterwalder e Yves Pigneur

O modelo apresentado na obra recebe o nome de Business Model Canvas e auxilia empreendedores a transformarem suas ideias em ações. A estrutura passa pela segmentação de clientes, proposta de valor, escolha de canais, estratégias de relacionamento, fontes de receita, atividades e parcerias-chave.

Startup Enxuta, Eric Ries

No livro, Ries transforma ideias nos chamados Produtos Mínimos Viáveis (MVP), que representam o menor produto capaz de percorrer o ciclo de feedback com o menor esforço e de forma mais rápida.

Nesse modelo, a empresa cria uma cultura de experimentação junto ao cliente, escutando suas necessidades para oferecer o melhor produto possível sem desperdiçar nenhum recurso.

Primeiro a ideia é transformada em produto, depois a reação dos clientes é medida e, então, a empresa aprende como direcionar seus esforços para o sucesso.

Esse é um dos motivos que o modelo organizacional das startups se diferencia das empresas tradicionais: seu crescimento se baseia na aprendizagem e experimentação contínua.

Dicas para criar uma startup de sucesso

Uma das grandes vantagens em criar uma startup de sucesso no Brasil é a possibilidade de vencer a instabilidade econômica e prosperar em qualquer período – mesmo com sinais de crise.

Um exemplo claro, foi que em 2020, de acordo com estudo da ACE, uma aceleradora de negócios de tecnologia de São Paulo, cerca de 15% das startups brasileiras aumentaram as vendas por causa da pandemia.

Confira algumas dicas que selecionamos para te ajudar a criar uma startup e se juntar nesse time:

  • Não confie na ideia, faça conexões

Boas ideias são a essência das startups, mas elas não fazem milagre sozinhas.

Por isso é muito importante você conversar com diferentes pessoas e participar de eventos e mentorias. Não tenha medo de roubarem sua ideia, o que vale é a capacidade de execução.

Outro ponto importante é a validação. Você só vai conseguir validar seu produto conversando com os potenciais clientes!

Atente-se muito na fase de validação, isso vai te poupar tempo e dinheiro nas próximas fases.

  • Contrate pessoas melhores que você

Boa parte do sucesso das startups está na equipe, que concentram talentos excepcionais em uma estrutura de proporções reduzidas.

Por isso, você precisa garantir que está trabalhando com os melhores profissionais da área.

Além disso, se atente ao sócio: habilidades complementares fazem toda a diferença.

  • Seja ágil e busque apoio

Se você encontrou um modelo que está funcionando, é hora de colocar o pé no acelerador. Esse é momento mais indicado para a busca de capital para crescimento do negócio.

É importante você construir uma estratégia de “Go To Market” que estabeleça os melhores canais, regiões e o passo‐a‐passo das ações, buscando maximizar seu crescimento.

Então, vamos recapitular: uma startup é um grupo de pessoas de perfil de empreendedor, caracterizado pela autonomia, dedicação e risco, à procura de um modelo de negócio repetível e escalável, normalmente apresentado em um cenário de incertezas.

Agora que você entendeu o que é uma startup, e recebeu algumas dicas de como criar uma, que tal se aprofundar mais e descobrir como criar a sua?

Nós criamos um programa que vai te ajudar a entender o passo a passo para criar uma startup de sucesso. Você vai aprender com empreendedores do ecossistema que já passaram pelas mesmas dores que você! Conheça o Startup Daily!

  • Vou conseguir investimento com minha ideia?
  • Como fazer um pitch matador?
  • Qual a parte jurídica mais importante que eu devo saber no início?
  • Como organizo a gestão no início da startup?
  • Essas e outras dúvidas de qualquer empreendedor você acompanha no:


Redação por:
Maíra Rodrigues, Head of Staff da Campinas Tech.

Direitos de Propriedade Intelectual

Direitos de Propriedade Intelectual | Foto por Freepik.

Em nosso cotidiano, há muitas dúvidas envolvendo propriedade intelectual, seja por parte do empregado ou do empregador.

Nesse sentido, é importante que ambas as partes – empregado e empregador, compreendam com clareza quem é o real detentor desses direitos.

O que são Direitos Intelectuais?

Segundo a Comissão Mundial de Propriedade Intelectual, propriedade intelectual é definida por “a soma dos direitos relativos às obras literárias, artísticas e científicas, às interpretações dos artistas intérpretes e às execuções dos artistas executantes, aos fonogramas e às emissões de radiodifusão, às invenções em todos os domínios da atividade humana, às descobertas científicas, aos desenhos e modelos industriais, às marcas industriais, comerciais e de serviço, bem como às firmas comerciais e denominações comerciais, à proteção contra a concorrência desleal e todos os outros direitos inerentes à atividade intelectual nos domínios industrial, científico, literário e artístico”.

Podem ser classificados em três espécies: Direitos do Autor (Lei de Direitos Autorais – 9.610/98), Direitos de Propriedade Industrial (Lei de Patentes n. 9.279/96) e Direitos Intelectuais relativos à criação e utilização de software (Lei 9.609, de 19.02.98).

A quem pertence os Direitos Intelectuais: empregador ou empregado?

A legislação brasileira estabelece regras distintas para os Direitos Intelectuais, de acordo com cada espécie (Direitos do Autor, Direitos de Propriedade Industrial e Direitos Intelectuais relativos à criação e utilização de software).

Além disso, é preciso identificar se a criação/invenção foi realizada por cumprimento do contrato de trabalho ou se foram utilizadas ferramentas do empregador (recursos, equipamentos, instalações, dados ou materiais).

  • Direitos do Autor

Os Direitos do Autor são regulamentados pela Lei nº 9.610/98, chamada de Lei de Direitos Autorais.

Segundo a legislação, obras intelectuais artísticas e científicas pertencem exclusivamente ao empregado, ainda que decorrentes da execução do objeto do contrato de trabalho. Porém, o empregado poderá ceder os direitos autorais ao empregador, na forma do artigo art. 4º, da Lei nº 9.609/98.

  • Direitos de Propriedade Industrial e Direitos Intelectuais relativos à criação e utilização de software

Nos termos da Lei de Propriedade Industrial (art. 88, Lei 9279/96), assim como da denominada Lei de Software (9.609/1998), os direitos envolvendo patentes, desenhos industriais e softwares desenvolvidos criados ou aperfeiçoados por força do contrato de trabalho, pertencem integralmente ao empregador, salvo ajuste em contrário. Esse é o caso do programador que é contratado para desenvolver para o empregador. Nesse cenário, as criações são chamadas de “Invenções de Serviço”.

Agora, se o empregado, durante o seu tempo livre e sem a utilização das ferramentas do empregador, cria ou aperfeiçoa algo, os direitos intelectuais são exclusivos do empregado (art. 41, Lei 5.772/71 e art. 90, Lei 9.279/96). Tais criações são intituladas de “Invenções Livres”.

Uma outra hipótese é a chamada “Invenção Comum”, que ocorre quando há a contribuição pessoal do empregado utilizando as ferramentas do empregador, porém, os inventos/aperfeiçoamentos ocorrem fora da previsão ou dinâmica contratual. Ou seja, o invento/aperfeiçoamento não decorre de execução do objeto do contrato de trabalho, porém, há utilização de ferramentas do empregador. Nessa situação, os direitos intelectuais são de propriedade comum do empregado e empregador, conforme se extrai do artigo 454 da CLT.

Como preservar os direitos intelectuais?

A fim de evitar maiores discussões que podem chegar até ao judiciário, é importante que o empregador inclua no contrato de trabalho, cláusulas específicas para regular os direitos de propriedade intelectual. Adicionalmente, o empregador poderá estabelecer contrato de cessão de direitos.

Por outro lado, nada impede que o empregador destine parte dos lucros/direitos das Invenções de Serviço ao empregado. Porém, nesta hipótese, é imprescindível que haja a confecção de contrato contendo regras claras (valores, prazos, regras de extinção dos direitos, entre outros).

Em todo caso, é essencial que o empregador procure uma assessoria jurídica especializada, que, com uma gestão eficaz e preventiva, certamente reduzirá os riscos de passivos trabalhistas.


Referências:

Associação Brasileira de Propriedade Intelectual: https://abpi.org.br/blog/o-que-e-propriedade-intelectual/

DIREITOS SOBRE PROPRIEDADE INTELECTUAL: EMPREGADO OU EMPREGADOR?, disponível em: https://pris.com.br/blog/direitos-sobre-propriedade-intelectual-empregado-ou-empregador/

Rev. Trib. Reg. Trab. 3ª Reg. – Belo Horizonte, 30 (60): 95-107, Jul./Dez.99, DIREITOS DA PERSONALIDADE (INTELECTUAIS E MORAIS) E CONTRATO DE EMPREGO, Maurício Godinho Delgado.

TRT-2 10024371520165020435 SP, Relator: MARIA JOSE BIGHETTI ORDONO REBELLO, 1ª Turma – Cadeira 2, Data de Publicação: 14/12/2017, disponível em: https://trt-2.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/535304677/10024371520165020435-sp/inteiro-teor-535304687?ref=serp

Consolidação das Leis do Trabalho


Redação por:
Thamiris Nunes e Alves, advogada e sócia-fundadora da Nunes e Alves Advocacia.

(este texto foi duplicado e originalmente publicado no blog da Nunes e Alves Advocacia)

Já está na hora de você encarar a diversidade como elemento de integração na sua empresa

Já está na hora de você encarar a diversidade como elemento de integração na sua empresa | Foto por rawpixel.com no Freepik.

Não é de hoje que a diversidade no ambiente corporativo é um assunto comentado. A todo momento, pipocam conteúdos, eventos, dados que mencionam essa reivindicação. Por que a insistência? Bom, o motivo é simples: já está mais do que na hora de pensar (e aplicar) a diversidade em sua empresa.

No Brasil, por muito tempo, a diversidade era tabu.

Nas empresas, especialmente em cargos administrativos e posições de destaque, era raro que o demográfico fugisse de um certo padrão. Um padrão você, leitor ou leitora, deve imaginar qual é.

“E por que isso é um problema?” muitos podem se perguntar.

Bom, eu respondo: a falta de diversidade cria precedentes perigosos e, de certa forma, marginaliza àqueles e àquelas com capacidades de ocupar quaisquer vagas, mas não podem.

E o motivo é exclusivamente, conscientemente ou inconscientemente, sua cor, seu gênero, sua sexualidade, sua origem, etc. Ou seja, nada a ver com mérito.

Isso cria uma cultura viciosa e prejudicial a todo mercado de trabalho. A prova disso? De acordo com o Boston Consulting Group, empresas que abraçam a diversidade em seu C-Level, apresentam receita até 19% que as que recusam essa filosofia corporativa.

E acredite em mim: esse é só um dos benefícios da diversidade em sua empresa.

O impacto da diversidade na sua empresa

Afinal, você já parou para pensar porque empresas que apostam na diversidade apresentam resultados tão impactados como esse que citei acima?

É uma questão de experiência. Na verdade, experiências. A união de mentes diferentes promove um ambiente capaz de produzir e compartilhar conhecimentos distintos.

Não à toa, de acordo com uma pesquisa de Josh Bersin, um ambiente diversificado leva à inovação. Essas empresas têm uma chance 1.7 vezes maior de serem líderes dos seus setores que as outras.

E isso se reflete em outros pontos, como a tomada de decisão. Profissionais com diferentes backgrounds possuem know-how bastante distinto. Situações de vida, desafios, obstáculos. Tudo isso agrega.

E de acordo com a Cloverpop, 87% dos times diversificados perfomaram melhor que outras equipes mais unifacetadas.

Portanto, é bastante evidente o peso da diversidade nas empresas. Além disso, trata-se de assumir para o próprio ambiente corporativo um espírito democrático e justo, que leva em conta competência e mérito.

No entanto, é preciso fazer uma ressalva: a diversidade não se restringe apenas à parte operacional do seu negócio.

Os graus da diversidade: do estagiário à chefia

Em vários contextos, o discurso da diversidade é meramente uma fantasia. E apesar dessa minha frase soar forte, ela é verdadeira: quantas empresas você já viu com minorias ocupando apenas cargos “inferiores”?

Aliás, vale ressaltar que a presença de força de trabalho diversificada é muito boa. De acordo com dados da McKinsey, empresas com operacional diversificado performam melhor que seus competidores.

Porém, enquanto o C-Level for dominado pelo mesmo demográfico, as coisas tendem a estagnar em pouco tempo.

É por isso que se vê surgindo, em várias empresas, programas que estimulam a liderança de minorias. Ou seja, iniciativas internas que buscam criar os espaços — e qualificar as pessoas certas e diversificadas — para ocupar posições de impacto.

E aqui, falamos de gerentes, diretores e presidentes. Tomadores de decisão.

O segredo para abraçar a diversidade na sua empresa

E afinal, como fazer isso dar certo? É uma dúvida que ouço muito de colegas gestores.

Creio que o principal seja admitir o problema: a falta de diversidade. E que esse problema causa prejuízos, como os dados mostraram. Como resolver, portanto? O pilar da mudança está no tratamento:

Processos seletivos mais humanizados, menos enviesados e mais imparciais — e que respeitem as necessidades de cada um. Por exemplo, uma entrevista com um cadeirante deve ser em um local de fácil acesso. Já com uma pessoa surda, a presença de um intérprete de libras é necessário.

Tudo isso começa com o respeito a todos, independente de suas características, credos ou origens. Essa deve ser uma das Missões da empresa.

Colaboradores socialmente conscientes cujas atitudes deverão refletir no comportamento da empresa.

É importante, ainda, que essa atitude de abraço à diversidades se reflita no ambiente de trabalho. As pessoas devem ser livres para serem si mesmas, com o conforto necessário para mostrar do que são capazes.

Muitas vezes, é a falta desse aspecto que torna as empresas fechadas em filosofias antiquadas.

E claro, uma coisa que percebo e que deve ser feita, é oferecer continuidade a esse pensamento. Que a diversidade seja um pilar do seu negócio, não apenas uma onda derivada de uma tendência, entende?

E então, que tal começar agora a aplicar a diversidade em seu local de trabalho? Conte suas dicas aqui embaixo, nos comentários!


Confira também:


Texto por:
Redação da Pipehline Services.

(este texto foi duplicado e originalmente publicado no blog da Pipehline Services)

Como as empresas estão se adaptando ao novo cenário de consumo? Dicas e exemplos!

Como as empresas estão se adaptando ao novo cenário de consumo? Dicas e exemplos! | Foto de cottonbro no Pexels.

No cenário da pandemia, muita coisa mudou: a forma de vender e comprar é uma delas. Se o mundo já mirava na transformação digital antes da pandemia sequer existir, ela foi o “pontapé” para que as empresas se vissem obrigadas a se reinventar se não quisessem fechar as portas.

No post de hoje, vamos mostrar estratégias e trazer exemplos de como grandes nomes do varejo estão se reinventando, para te mostrar que é possível driblar a crise financeira e, de quebra, se tornar uma empresa melhor.

Vamos lá?

Reinventando seu negócio

Negócios que dependiam da presença física do consumidor, ou que simplesmente estavam acomodados em seus pontos de venda, como restaurantes e lojas de roupas, criaram novas formas de atender e existir como negócio.

É o que ocorreu no IFood. Com a demanda crescente de delivery de comida, o número de restaurantes cadastrados no catálogo subiu 60%. Esse aumento trouxe maior diversificação nos pratos oferecidos, além dos tradicionais. O IFood atraiu até mesmo churrascarias e mais culinária vegana. Isso para atender os seus milhões de clientes cada vez mais exigentes, que agora estão longe dos self services.

Já a Malwee é uma marca de roupas que se tornou exemplo de como o setor de vestuário, um dos mais afetados pela crise, se adaptou para não deixar pessoas desempregadas. Uma solução para amparar as costureiras da marca foi apoiá-las com material para produção de máscaras para fonte de renda extra, o que deu certo e rendeu à marca um bom posicionamento durante a crise.

Diversificando o portfólio

Outra forma de negócios não ficarem para trás foi mudar o escopo de serviços oferecidos, quando o isolamento impediu os serviços presenciais.

O GetNinjas, por exemplo, é um app que facilita a contratação de profissionais como pintores e pedreiros. Porém, durante a pandemia, muitas obras e reformas foram postergadas pelo distanciamento social e, assim, a empresa viu sua demanda cair drasticamente.

Para não ficar no vermelho, a GetNinjas mudou seu portfólio de profissionais: incluiu aqueles que podem atender à distância, e cuja área de atuação foi valorizada na quarentena. São instrutores de yoga, professores de habilidades manuais e outros que atendem, agora online, os mais de 600.000 novos clientes do app.

Criando uma estratégia digital

Se uma loja está fora do meio digital, provavelmente sofreu nestes tempos. As pessoas foram, inicialmente, forçadas pela quarentena a comprar pela internet, mas parecem ter gostado do formato. Uma pesquisa da Capterra revelou que 53% dos entrevistados afirmam que mudaram definitivamente seus hábitos de consumo e farão mais compras em lojas online a partir de agora.

Então, mesmo num cenário pós-pandêmico, podemos esperar que o ritmo de compras online continue alto. Por isso, vale a pena investir na estratégia digital, mapeando as redes sociais de sucesso, fazendo lives ou o que fizer sentido para captar clientes pela internet.

Pequenas lojas aderiram aos marketplaces para ganhar mais visibilidade e grandes marcas revisitaram sua presença digital. É o caso da BMW, por exemplo, que tinha um marketing mais tradicional, mas, de uns tempos para cá, aderiu ao TikTok, com vídeos feitos por influenciadores digitais, dialogando com um público mais jovem. A participação de mercado da montadora cresceu em 2020, segundo a empresa.

Integrando lojas físicas e digitais

Outra forma de se alinhar à tendência de consumo online é ser omnichannel. O que é isso? Significa ter canais de vendas online e físicos integrados. Esse modelo traz vantagens para a retirada de produtos e para mais oportunidades de venda.

O Walmart, por exemplo, maior rede varejista do mundo, tem milhares de lojas físicas no EUA. Porém, na pandemia, viu no digital a oportunidade de avançar. O cliente do Walmart pode comprar online (app ou site) e retirar no PDV ou receber por delivery. Com a estratégia, as vendas da companhia estão estimadas na casa dos bilhões de dólares.

A C&A é outra gigante que viu nesse modelo “compre e retire” a oportunidade de acelerar suas entregas. Inicialmente, com os shoppings fechados, os clientes retiravam numa espécie de drive-thru. Fora isso, as próprias lojas também se tornaram centros de distribuição do delivery, permitindo uma logística mais otimizada. As vendas digitais da varejista aumentaram 400%, segundo a Exame, e a empresa pretende perpetuar o modelo mesmo após a pandemia.

Fidelizando clientes

Se realizar uma venda ficou mais difícil com a pandemia, tanto por causa do fechamento dos espaços quanto pela recessão econômica, quem consegue fidelizar clientes se torna rei.

Isso porque a fidelização promove um tipo de venda que é recorrente, ou seja, o cliente sempre volta a comprar com a marca, o que gera aumento de receita mensal para as empresas.

Para isso, existem diversas estratégias, como programas de recompensas, cashback e o modelo de assinaturas.

Aqui, gostaríamos de frisar o modelo de assinaturas como o protagonista da resiliência durante a crise. Pesquisas mostram que setores que operam com esse modelo foram menos afetados pelo período difícil.

Isso porque os produtos ou bens por assinatura oferecem dois fatores de sucesso: comodidade da entrega e cobrança automática.

É o caso, por exemplo, da startup Housi, que oferece apartamentos por assinatura (mudando todo o sistema tradicional de aluguel). Antes a empresa focava mais em locações de curtos períodos, mas, durante a pandemia, focou em aumentar as vantagens para contratos maiores, como descontos e serviços extras.

Veja também: 11 modelos de negócio que podem aproveitar a recorrência

Como funciona a cobrança por assinatura?

O cliente escolhe o meio de pagamento e informa seus dados. A partir daí, uma plataforma, como a Vindi, automatiza as cobranças no período estipulado, por exemplo, todo início de mês. Dessa forma, o cliente não precisa se lembrar do pagamento: tudo é operado diretamente com seu cartão de crédito.

Isso diminui a inadimplência e gera maior tempo de relacionamento e consumo do cliente com a marca. Ou seja, mais caixa para seu negócio!

Ampliando meios de pagamento online

Oferecer flexibilidade nos meios de pagamento sempre foi importante, porém, isso se tornou especialmente impactante no novo cenário.

A Leroy Merlin, por exemplo, pensando nos consumidores que aproveitaram o tempo em casa para fazer pequenas melhorias, passou a disponibilizar o modelo de aluguel de ferramentas, e não só venda. A estratégia fez a empresa passar a projetar um aumento de receita no período.

Além disso, nas compras online, os comerciantes precisaram equipar seus negócios com as ferramentas necessárias para atender às novas necessidades dos clientes na hora do checkout. Segundo o estudo do Capterra, 35% dos consumidores online desistem da compra caso a loja em que estejam comprando não aceite seu método de pagamento preferido.

Assim, as lojas passaram a investir em plataformas que oferecem tecnologia para cobrança no e-commerce. A Vindi é uma plataforma completa que pode ser integrada às lojas online via API, e oferece os principais meios de pagamento aos negócios. A ferramenta também oferece ferramentas para cobranças recorrentes, criação de planos de assinaturas, recuperação de inadimplência e muito mais!

Se está na hora de seguir essas dicas e reestruturar seu modelo de negócio, fale com os consultores da Vindi! Eles vão te dar todo o apoio e informações para você vender mais e receber sempre!


Redação por:
Daniela Leite, redatora da Vindi.

LGBTQIA+: 4 startups para trazer diversidade e inovação aos negócios

LGBTQIA+: 4 startups para trazer diversidade e inovação aos negócios | Foto por Freepik.

Junho é o mês de celebração e reconhecimento para toda a comunidade LGBTQIA+ e o dia 28 é um marco mundial nessa luta. Isso porque, neste mesmo dia em 1969, os frequentadores do bar Stonewall Inn, em Nova Iorque, resolveram dar um basta nas constantes batidas policiais que aconteciam no local. O bar, assim como o movimento gerado a partir dele, existe até hoje.

O episódio, conhecido como a Revolta de Stonewall, acabou se tornando um marco de resistência e deu oficialmente início à luta da comunidade pelos seus direitos. Desde então, ela vem conquistando mais espaço na sociedade, que se reflete na própria sigla.

O movimento LGBTQIA+ busca lutar a cada dia pelos direitos básicos de lésbicas, gays, bissexuais, transexuais ou transgêneros, queer, intersexuais, assexuais e o símbolo de “mais” para abrigar todas as demais orientações sexuais e identidades de gênero que existem.

A inclusão LGBTQIA+ atualmente

Hoje, sem dúvidas, o cenário nos mostra a evolução do movimento, mas que não deve nos enganar: muito ainda precisa ser conquistado. No Brasil, país com a maior Parada do Orgulho LGBT do mundo e com recentes conquistas de direitos – como o direito ao casamento civil homoafetivo e a criminalização da homofobia, ainda é um dos países que mais matam pessoas da comunidade.

Este cenário demonstra um preconceito ainda muito enraizado na sociedade brasileira. Por isso, mais do que apoiar, é preciso ser aliado à causa e garantir que a comunidade saia da marginalização.

É preciso ser aliado do movimento LGBTQIA+

O ecossistema empreendedor e de startups tem um papel muito grande nesse sentido de reparação. Justamente pelo seu potencial inovador e disruptivo, é essencial que seus espaços sejam ocupados cada vez mais pela diversidade, que traz consigo novas visões de mundo e a possibilidade de novas soluções.

Não à toa, hoje já existem negócios criados por LGBTQIA+ e destinados exclusivamente à comunidade, garantindo não só a representatividade social, mas também destacando a importância econômica de se investir neste público.

Por isso, a fim de ajudar startups ou grandes empresas a tornarem seus negócios mais diversos e de fato aliados à causa, listamos alguns cases do ecossistema brasileiro que podem torná-los mais inovadores e coloridos.

1. TODXS

Pioneira no segmento, a TODXS é uma startup social brasileira sem fins lucrativos que promove a inclusão LGBTQIA+. Seu trabalho consiste na coleta de dados e o seu posterior processamento e tradução, a fim de criar iniciativas direcionadas para três pilares: Sociedade, Governo e Empresas.

Com isso, a startup pretende atingir a sua missão de empoderar a comunidade, educar a sociedade e transformar o Brasil em um país verdadeiramente inclusivo e livre da discriminação.

2. GoFriendly

Destinada principalmente a apoiar o setor de serviços, a GoFriendly é uma startup que celebra e promove a diversidade e inclusão em estabelecimentos comerciais, e funciona de forma colaborativa com esses negócios.

Seu produto busca conectar bares, cafés, restaurantes e outros estabelecimentos e serviços com pessoas LGBTQIA+ que buscam lugares diversos, inclusivos e seguros.

Isso tudo depois de um rigoroso processo de curadoria dos estabelecimentos, qualificação do negócio e posterior certificação.

3. Camaleao.co

A Camaleao.co pretende ser a parceira ideal das empresas em prol da diversidade e inclusão dos LGBTQIA+ em seus espaços e processos.

Além de fazer o match entre perfis da comunidade e as posições disponíveis nas companhias, a startup também promete criar soluções conjuntas para que os negócios se tornem de fato mais inclusivos e coloridos no seu dia a dia.

4. Lacrei

Criada para potencializar a inclusão médica, social e jurídica dos LGBTQIA+, a Lacrei é uma startup que auxilia a busca pela garantia dos seus direitos.

Em sua plataforma virtual, que pode ser acessada via website ou aplicativo para smatphone, é possível encontrar serviços médicos que aceitem e respeitem essa população. Pessoas trans, por exemplo, sofrem muito mais do que cisgêneros para usufruir de serviços médicos.

É possível ainda obter auxílio de advogados e aprendizados jurídicos para saber como proceder em casos de violação de direitos e participar de um fórum livre de discussões sobre a inclusão da comunidade.

Por fim, os usuários têm acesso a uma rede de empresas inclusivas e acolhedoras que oferecem oportunidades de empregos.

Torne seu negócio mais diverso a partir de agora!


Redação por:
Felipe, da Campinas Tech.

SaaS: entenda como funciona esse modelo de negócios

Foto por jcomp no Freepik.

Há muitos anos a transformação digital tem tomado conta do dia a dia das pessoas e das empresas. Pode parecer só mais uma buzzword, mas, em momentos de adversidade, como a crise causada pela COVID-19, notamos que, quanto mais digital sua empresa for, mais chances de sucesso ela terá. Por isso, hoje vamos falar um pouco mais sobre o modelo de negócios SaaS.

O que é SaaS?

O Software as a Service, mais conhecido como SaaS, é a transformação do modelo de comercialização de softwares como serviço. Ou seja, ao invés de você precisar ir na loja e comprar uma caixa com CD para instalar um software no seu computador, você paga uma assinatura e tem acesso ao serviço na nuvem.

Muito mais simples, o usuário realiza o acesso através de um login no site da plataforma. E a empresa é responsável pela infraestrutura e segurança do software que oferece. O pagamento pelo serviço é feito de forma recorrente, possibilitando que o cliente pague mensalmente, em formato de assinatura.

Benefícios do SaaS

O modelo SaaS oferece uma praticidade maior para o usuário. Que não precisa de muito conhecimento técnico para realizar a instalação de um software, como era a necessidade de antigamente.

Além da facilidade de acesso, o SaaS também permite que o usuário faça upgrades de acordo com sua necessidade. Antes, você comprava um software, mas não utilizava 100% de sua capacidade, muitas vezes porque não fazia sentido para o seu negócio, mas, mesmo assim, estava pagando por aquela funcionalidade.

Hoje, o usuário consegue escolher através de planos o que faz mais sentido para o dia a dia da sua empresa. Permitindo que aconteça um upgrade caso precise de outras funcionalidades.

Conhecendo um pouco mais sobre empresas SaaS

Listei alguns exemplos de mercado que podem fornecer seus serviços através do modelo SaaS. Confira abaixo:

E-learning – toda escola que fornece aulas online, sejam cursos rápidos ou de longa duração pode funcionar no modelo SaaS.

Jogos – várias empresas já oferecem jogos por assinatura, não há a necessidade de uma instalação completa, basta acessar o servidor e realizar o pagamento do plano.

Automação de marketing e vendas – empresas como SalesForce e Hubspot são gigantes do mundo SaaS.

Streaming – Netflix e Spotify são grandes representantes do streaming no modelo de software as a service.

Cobrança recorrente e o modelo SaaS

O modelo de cobrança recorrente é o que mais tem aderência ao modelo de negócios SaaS. Afinal, é oferecido um plano por assinatura para que o cliente tenha acesso ao serviço.

Com a recorrência é possível realizar as cobranças periodicamente, quinzenal, mensal, semestral, anual ou da forma que for melhor para a sua empresa.

Isso traz um controle financeiro maior, pois permite uma previsibilidade dos lucros e um gerenciamento dos recebíveis.

A Vindi possui uma plataforma completa para gerenciar pagamentos, além disso, entre seus mais de 6 mil clientes, atende diversas empresas que operam no modelo SaaS.


Redação por:
Mariana Cremonesi, redatora na Vindi.

Campinas Tech Connection

 

Atualmente, quando debatemos acerca da inovação aberta e de como a mesma traz inúmeros benefícios para as empresas, uma das estratégias mais bem vistas – e desafiadoras em sua execução – é a conquista da inovação através do relacionamento e cooperação entre startups e corporates.

Com culturas organizacionais muitas vezes distintas, a princípio é desafiador criar um diálogo entre esses dois modelos de negócio. Buscar um alinhamento entre os segmentos e os serviços oferecidos por ambas requer destreza dos líderes e times envolvidos no processo de cooperação.

Os desafios para alcançar a Inovação

Hoje é bastante comum grandes empresas, dos mais variados segmentos, organizarem prêmios, desafios ou programas destinados a startups. O intuito é encontrar a pupila que lhes ajudará a inovar.

Dentro de alguns critérios de seleção e posteriormente, adequação do negócio, as startups que chegam ao fim destes processos conseguem dar um salto gigantesco em vários aspectos do negócio. Por outro lado, as corporações conseguem trazer novas soluções ou inovar em seus processos.

Para as startups, os ganhos vão desde a maturação do negócio; a visibilidade e prestígio dentro do universo empreendedor – o que pode facilitar muito no acesso ao venture capital; a segurança financeira – uma vez que passam a ter um grande e fixo cliente; até uma possível fusão à corporate que promoveu a oportunidade.

Conexões para inovar

Embora os programas de seleção de startups estejam em alta, há outras inúmeras iniciativas que uma empresa pode adotar para o alcance da inovação no ambiente corporativo. Aqui no ecossistema campineiro contamos com um Comitê de Corporate Innovation que reúne diversas grandes empresas da região para a aplicação da inovação aberta. Hoje fazem parte desse grupo a 3M, CPFL, DHL, Enforce, Matera, Superlógica e Thomson Reuters, com encontros mensais organizados pela Campinas Tech (mas em breve, outras grandes empresas entrarão nesta lista).

Uma das iniciativas do grupo é o Campinas Tech Connection, uma nova ação do ecossistema que visa identificar, selecionar e desenvolver startups da região através do desenvolvimento de pilotos e projetos com as empresas do comitê e seus fornecedores, parceiros e clientes.

A iniciativa surge para combinar oportunidades de negócio e um programa de mentoria com os principais executivos das corporações participantes. Tudo isso independente do segmento em que atua a startup – todas são bem-vindas!

Ficou interessado em participar com a sua startup? Confira o edital no formulário e inscreva a sua!


Redação:
Felipe, da Campinas Tech.

O que muda com a chegada dos Pagamentos Instantâneos?

Foto por asier-relampagoestudio no Freepik.

Os Pagamentos Instantâneos transformarão a maneira como realizamos transações financeiras no Brasil, caracterizando-se desde o início pela agilidade e fácil acesso, em um processo sem fricção. A novidade, idealizada e conduzida pelo Banco Central, estará disponível a partir de novembro de 2020, sob o nome de PIX.

Mas o que isso significa na prática? Isso quer dizer que, a partir dessa data, teremos a possibilidade de mandar instantaneamente dinheiro de uma carteira digital A para uma carteira digital B a qualquer hora do dia, todos os dias da semana, com a liquidação acontecendo em tempo real e com uma taxa de transferência que ficará na casa dos centavos.

O Pagamento Instantâneo poderá ser iniciado através de um QR Code (estático ou dinâmico), usando chave de endereçamento ou manualmente (como já fazemos no TED e DOC), tudo por meio de um dispositivo muito comum entre a população brasileira: um smartphone com câmera.

Independentemente do tipo de conta (corrente, poupança, de pagamento, pré ou pós-paga) ou instituição à qual ela está vinculada, será possível realizar transferências para pessoas físicas ou jurídicas 24x7x365, sem necessidade de intermediários, como bandeiras ou adquirentes (maquininhas) – é a Internet das Contas.

Para ajudar a ilustrar: caso você decida transferir um valor para alguém, pagar uma conta ou realizar compra online às 23h de um sábado, isso será possível via PIX, e o dinheiro será creditado na conta do recebedor na mesma hora, sem a necessidade da espera até a segunda-feira.

A criação do Sistema de Pagamentos Instantâneos, além de transformar a maneira como as pessoas pagam por produtos e serviços, também alterará sua relação com as empresas onde compram, possibilitando o surgimento de novos modelos de negócio e oportunidades para quem oferecer essa alternativa, em um ecossistema guiado pela interoperabilidade e com mais concorrência.

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Redação do artigo por:
Bruno Xavier, Analista de Inteligência de Mercado na Matera
Oscar Fujiwara, Analista de Marketing de Conteúdo na Matera


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Billing não é responsabilidade do seu time de tecnologia

Foto por Negative Space no Pexels.

Por que devo contratar os serviços da sua empresa? Bom, imagino que você vai me responder que é porque sua marca é autoridade no segmento em que trabalha. E, isso é muito importante, principalmente, quando estamos falando sobre gerenciamento de recebíveis e billing.

É preciso pesquisar e contratar quem é referência no assunto. Afinal, o que está em jogo é o faturamento do seu negócio. Por isso, hoje vamos te contar porque colocar a sua equipe de tecnologia para criar um sistema de billing é um tiro no pé.

Definição de billing

É um sistema de cobrança inteligente e automatizado para tarifas, planos e serviços, que realiza a geração e o controle das faturas.

Um bom exemplo é o caso das operadoras de telefonia e de TV a cabo. Cada cliente possui um plano diferente, com valores variados, dependendo do combo que cada um escolher. Fazer isso manualmente, não é escalável e nem possível, pelo menos não sem erros.

Com um sistema de billing é possível gerar de forma automática as faturas de cada cliente, receber o valor do serviço e ainda gerenciar tudo em um único lugar.

Você não quer fazer billing dentro de casa, acredite em mim!

Mas, por que não internalizar o billing?

Para criar todo esse sistema dentro da própria empresa é preciso colocar uma equipe inteira de tecnologia focada no desenvolvimento e manutenção. Além de ter que se adaptar a diversas regras de segurança e regulamentação.

Já ouviu falar no PCI Compliance? É uma certificação internacional de segurança para quem processa, armazena e transmite dados de cartão. Para que você realize as cobranças dos seus clientes internamente, é preciso se adaptar a todas as regras e tirar a certificação.

Tenha uma equipe para realizar a negociação com as operadoras de cartão (adquirentes). É preciso negociar taxas e, ainda sim, em certos casos sua empresa só conseguirá rodar as cobranças com apenas uma adquirente.

Não se esqueça que é preciso contar também com um sistema antifraudes para garantir a segurança dos seus clientes e da sua empresa.

Deixe sua equipe de tecnologia focada no essencial, ou seja, no desenvolvimento e melhoria do seu produto. E o billing é melhor terceirizar com uma empresa referência no assunto.

Vantagens de terceirizar

Você não vai precisar se preocupar com as questões de desenvolvimento, manutenção, negociação de taxas e segurança. Bom, até aí só vi vantagens, não é mesmo.

Mas, com uma plataforma de cobrança, é muito mais fácil integrar com diversas operadoras de cartão (adquirentes), ter um estudo de taxas de acordo com o segmento e ainda escolher com qual você quer cobrar em determinado período.

As empresas especializadas já possuem integração com antifraudes, garantindo a segurança da transação das suas vendas. Além da certificação de PCI, permitindo o armazenamento dos dados de cartão, segundo as normas internacionais.

Mas, além disso, você tem uma liberdade maior para escolher por qual meio de pagamento você quer receber: cartão de crédito, débito, boleto bancário, etc.

Realizar toda emissão de notas fiscais através de uma única plataforma. Fazer a gestão de inadimplentes e ainda criar réguas de cobrança para diminuir essa taxa.

Agora que você já sabe quais as vantagens de contratar uma plataforma de cobrança, deixe seu time de tecnologia focado em seu produto e garanta o encantamento do seu cliente.


Redação:
Mariana Cremonesi, redatora, publicitária e especialista em SEO na Vindi.

Blockchain – tecnologia une segurança e agilidade em transações

 

Foto por David McBee do Pexels.

Um conjunto de registros sobre um mesmo assunto armazenados em vários lugares e ainda com um forte esquema de segurança. Essa pode ser uma das analogias para explicar o que é blockchain (corrente de blocos em uma tradução literal), a tecnologia que deu origem às criptomoedas e que tem despertado cada vez mais interesse de empresas, bancos e dos governos. A tecnologia surgiu em 2008 para viabilizar transações com criptomoedas, como o bitcoin, mas recentemente, seu uso tem se expandido para outras aplicações, como por exemplo, a validação de documentos e o rastreamento de produtos.

A arquitetura em que a informação é armazenada e compartilhada é o grande diferencial da tecnologia blockchain: os dados são armazenados em blocos com uma assinatura digital criptografada que garante que as informações não serão violadas (essa assinatura é chamada de hash). Quando um novo bloco de dados é criado ele precisa de uma nova assinatura e, ao mesmo tempo, carrega a assinatura do bloco anterior. Com isso, as transações ficam mais seguras porque qualquer invasão depende de quebrar sucessivas chaves criptográficas. Além disso, o fato de a informação estar descentralizada torna toda a rede menos vulnerável a eventuais ataques.

É importante entender que o blockchain não é um banco de dados, mas um ambiente por meio do qual diversos computadores são conectados para realizar operações de forma rápida e segura.

Vantagens – As transações que utilizam a tecnologia blockchain têm menos intermediários, ou seja, duas partes conseguem realizar uma troca sem a necessidade de uma supervisão de terceiros. Além disso, esses usuários têm controle de todas as suas transações e informações. Outra vantagem da tecnologia é que sua aplicação resulta em processos de transações mais rápidos. Uma operação bancária, por exemplo, pode levar minutos, o que constitui uma revolução se pensarmos que hoje, bancos podem levar dias para concluir algumas movimentações. Em todas as transações, feitas exclusivamente em meio digital, os dados ficam disponíveis para checagens e conferências. Isso confere maior transparências às operações porque todas as mudanças são públicas e visíveis para todas as partes envolvidas.

Round Silver and Gold Coins
Foto por David McBee do Pexels.

Hoje, os Estados Unidos lideram o mercado de blockchain, mas a tecnologia tem aberto um novo cenário para empresas, tanto para as quem já atuam, quanto para as que desejam oferecer esse serviço, inclusive no Brasil. Aqui já existem iniciativas que apoiam e fomentam o desenvolvimento da tecnologia. A Blockchain Hub Brasil é uma entidade sem fins lucrativos que reúne algumas empresas para promover a aplicação da tecnologia e a descentralizaçãodos processos. A Blockchain Academy é uma rede colaborativa que busca formar profissionais para empreender em bitcoin, blockchain e afins.

Em Campinas, a Campinas Tech, também têm apoiado iniciativas em torno da tecnologia. A associação é um dos parceiros da segunda edição do fórum ExpoBlockchain que tem como objetivo apresentar a tecnologia blockchain para empresários, investidores, pesquisadores e conectá-los com as oportunidades de negócios no Brasil, Europa e Ásia.

Confira: 5 motivos para não perder o ExpoBlockchain 2019

O evento acontece no Hotel Royal Palm Tower Anhanguera, das 8h às 18h.

Saiba mais sobre o evento, clicando aqui.


Texto por:
Patricia Mariuzzo, com informações do Sebrae.



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