Black Founders Fund: conheça o investimento para startups lideradas por pessoas negras

Black Founders Fund: conheça o investimento para startups lideradas por pessoas negras | Foto por Freepik.

A diversidade racial parece finalmente ter subido mais degraus no mundo corporativo. O Google trouxe recentemente o Black Founder Fund, que investirá em startups fundadas e lideradas por empreendedores negras e negros no Brasil, sem demandar participação acionária.

Isso quer dizer que o Google será um aliado no progresso dos negócios, mas não será sócio formal nem terá algum tipo de retorno financeiro sobre eles.

O objetivo, segundo o gigante das buscas, é ampliar a diversidade racial no ecossistema de startups e preencher essa lacuna de mercado, já que cerca de 30% dos empreendedores negros afirmam que tiveram crédito negado sem nenhuma explicação.

A dificuldade em receber crédito para seu negócio é uma realidade enfrentada por essas pessoas. A maioria deles iniciou seus negócios com poupança própria ou de familiares e amigos, segundo o estudo “O Empreendedorismo Negro no Brasil”, realizado pela organização PretaHub, uma das parceiras do Fundo, junto a Plano CDE e JP Morgan.

O Black Founder Fund disponibilizará R$ 5 milhões para investir em 30 startups dentre as que atendam os requisitos de:

  • Possuírem em seu quadro societário fundadores ativos que se autodeclaram negros;
  • Serem constituídas e em operação no Brasil;
  • Utilizarem a tecnologia como base da sua solução;
  • Estarem em busca de investimentos em estágio seed.

O estágio seed diz respeito a startups que já tenham um negócio em operação, ou seja, que já possuam um produto lançado com alguns usuários e possíveis clientes. Dessa forma, a empresa deve estar buscando atingir mais um nível de desenvolvimento. A recomendação é que se a empresa ainda não tiver um produto concreto, busque essa consolidação inicial, com um MVP, por exemplo, antes de se inscrever no programa.

O Black Founder Fund é um programa associado ao Google for Startups. Assim, as empresas investidas pelo fundo poderão ser chamadas para outros programas relacionados a startups pelo Google, receberão créditos em produtos da companhia e contarão com uma rede de mentores para ajudar nos seus desafios.

O Google afirma que os investimentos começaram em setembro deste ano e as rodadas se estenderão pelos próximos 18 meses. Se a startup atender aos requisitos, poderá se inscrever no formulário presente no link. No momento da redação desta matéria, o formulário encontrava-se encerrado, mas com possibilidade de reabertura nos próximos meses.

Conheça algumas startups fundadas por negros no Brasil

Conheça as 3 primeiras empresas que já estão recebendo o investimento do Black Founder Fund:

Afropolitan

A Afropolitan é uma startup brasileira que trabalha com curadoria de produtos de grifes afro-urbanas do país. A empresa busca gerar um impacto social através do impulsionamento do trabalho de diversos afroempreendedores emergentes que conseguem ampliar seu trabalho pela visibilidade do portal Afropolitan.

São diversos produtos com viés cultural selecionados pela empresa, desde moda até literatura, artesanato, acessórios e muito mais. As vendas são feitas pelo e-commerce, em: afropolitan.com.br.

Creators

A startup Creators é um portal que reúne e conecta profissionais autônomos que atuam na indústria criativa a empresas em busca de freelancers, como: Art Directors; Copywriters; Creative Directors; Designers; Front-End Developers; 3D Artists; Backend Developers; UX Designers; Strategists; Filmmakers.

A startup conta em seu quadro de sócios líderes negras e negros.

Traz Favela Delivery

A Traz Favela Delivery atua para a comunidade com o intuito de realizar entregas para áreas periféricas sem distinção de local. A startup surgiu do fato de que, nos últimos anos, as áreas periféricas consumiram mais de R$ 100 milhões nos segmentos de alimentação, moda e outros produtos mas, alguns serviços de delivery não atendiam a esse público. Assim, sob o lema de “Delivery sem preconceito”, ela busca atender as periferias de Salvador (BA).

O app entrará em funcionamento em breve. Por enquanto, o site aceita cadastros de comerciantes e entregadores que desejem fazer parte da rede: www.trazfavela.com.br/.

Conclusão

O mercado só tende a ganhar com ações de inclusão e o tema tem movimentado diversas empresas.

O Magazine Luiza, por exemplo, recentemente, abriu um programa de trainee voltado apenas à contratação de pessoas negras. Apesar da polêmica em torno desta ação e do processo na justiça que ameaça a companhia, é importante refletir que a diversidade nas empresas não passa só por criar vagas inclusivas/exclusivas (apesar disso também ser relevante).

Iniciativas como a do Google são importantes por permitirem que o afroempreendedorismo possa escalar, se manter a longo prazo e fortalecer a presença de negras e negros nas posições de fundadores e CEOs, algo raro historicamente.

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Redação por:
Daniela Leite, redatora da Vindi.

Como as empresas estão se adaptando ao novo cenário de consumo? Dicas e exemplos!

Como as empresas estão se adaptando ao novo cenário de consumo? Dicas e exemplos! | Foto de cottonbro no Pexels.

No cenário da pandemia, muita coisa mudou: a forma de vender e comprar é uma delas. Se o mundo já mirava na transformação digital antes da pandemia sequer existir, ela foi o “pontapé” para que as empresas se vissem obrigadas a se reinventar se não quisessem fechar as portas.

No post de hoje, vamos mostrar estratégias e trazer exemplos de como grandes nomes do varejo estão se reinventando, para te mostrar que é possível driblar a crise financeira e, de quebra, se tornar uma empresa melhor.

Vamos lá?

Reinventando seu negócio

Negócios que dependiam da presença física do consumidor, ou que simplesmente estavam acomodados em seus pontos de venda, como restaurantes e lojas de roupas, criaram novas formas de atender e existir como negócio.

É o que ocorreu no IFood. Com a demanda crescente de delivery de comida, o número de restaurantes cadastrados no catálogo subiu 60%. Esse aumento trouxe maior diversificação nos pratos oferecidos, além dos tradicionais. O IFood atraiu até mesmo churrascarias e mais culinária vegana. Isso para atender os seus milhões de clientes cada vez mais exigentes, que agora estão longe dos self services.

Já a Malwee é uma marca de roupas que se tornou exemplo de como o setor de vestuário, um dos mais afetados pela crise, se adaptou para não deixar pessoas desempregadas. Uma solução para amparar as costureiras da marca foi apoiá-las com material para produção de máscaras para fonte de renda extra, o que deu certo e rendeu à marca um bom posicionamento durante a crise.

Diversificando o portfólio

Outra forma de negócios não ficarem para trás foi mudar o escopo de serviços oferecidos, quando o isolamento impediu os serviços presenciais.

O GetNinjas, por exemplo, é um app que facilita a contratação de profissionais como pintores e pedreiros. Porém, durante a pandemia, muitas obras e reformas foram postergadas pelo distanciamento social e, assim, a empresa viu sua demanda cair drasticamente.

Para não ficar no vermelho, a GetNinjas mudou seu portfólio de profissionais: incluiu aqueles que podem atender à distância, e cuja área de atuação foi valorizada na quarentena. São instrutores de yoga, professores de habilidades manuais e outros que atendem, agora online, os mais de 600.000 novos clientes do app.

Criando uma estratégia digital

Se uma loja está fora do meio digital, provavelmente sofreu nestes tempos. As pessoas foram, inicialmente, forçadas pela quarentena a comprar pela internet, mas parecem ter gostado do formato. Uma pesquisa da Capterra revelou que 53% dos entrevistados afirmam que mudaram definitivamente seus hábitos de consumo e farão mais compras em lojas online a partir de agora.

Então, mesmo num cenário pós-pandêmico, podemos esperar que o ritmo de compras online continue alto. Por isso, vale a pena investir na estratégia digital, mapeando as redes sociais de sucesso, fazendo lives ou o que fizer sentido para captar clientes pela internet.

Pequenas lojas aderiram aos marketplaces para ganhar mais visibilidade e grandes marcas revisitaram sua presença digital. É o caso da BMW, por exemplo, que tinha um marketing mais tradicional, mas, de uns tempos para cá, aderiu ao TikTok, com vídeos feitos por influenciadores digitais, dialogando com um público mais jovem. A participação de mercado da montadora cresceu em 2020, segundo a empresa.

Integrando lojas físicas e digitais

Outra forma de se alinhar à tendência de consumo online é ser omnichannel. O que é isso? Significa ter canais de vendas online e físicos integrados. Esse modelo traz vantagens para a retirada de produtos e para mais oportunidades de venda.

O Walmart, por exemplo, maior rede varejista do mundo, tem milhares de lojas físicas no EUA. Porém, na pandemia, viu no digital a oportunidade de avançar. O cliente do Walmart pode comprar online (app ou site) e retirar no PDV ou receber por delivery. Com a estratégia, as vendas da companhia estão estimadas na casa dos bilhões de dólares.

A C&A é outra gigante que viu nesse modelo “compre e retire” a oportunidade de acelerar suas entregas. Inicialmente, com os shoppings fechados, os clientes retiravam numa espécie de drive-thru. Fora isso, as próprias lojas também se tornaram centros de distribuição do delivery, permitindo uma logística mais otimizada. As vendas digitais da varejista aumentaram 400%, segundo a Exame, e a empresa pretende perpetuar o modelo mesmo após a pandemia.

Fidelizando clientes

Se realizar uma venda ficou mais difícil com a pandemia, tanto por causa do fechamento dos espaços quanto pela recessão econômica, quem consegue fidelizar clientes se torna rei.

Isso porque a fidelização promove um tipo de venda que é recorrente, ou seja, o cliente sempre volta a comprar com a marca, o que gera aumento de receita mensal para as empresas.

Para isso, existem diversas estratégias, como programas de recompensas, cashback e o modelo de assinaturas.

Aqui, gostaríamos de frisar o modelo de assinaturas como o protagonista da resiliência durante a crise. Pesquisas mostram que setores que operam com esse modelo foram menos afetados pelo período difícil.

Isso porque os produtos ou bens por assinatura oferecem dois fatores de sucesso: comodidade da entrega e cobrança automática.

É o caso, por exemplo, da startup Housi, que oferece apartamentos por assinatura (mudando todo o sistema tradicional de aluguel). Antes a empresa focava mais em locações de curtos períodos, mas, durante a pandemia, focou em aumentar as vantagens para contratos maiores, como descontos e serviços extras.

Veja também: 11 modelos de negócio que podem aproveitar a recorrência

Como funciona a cobrança por assinatura?

O cliente escolhe o meio de pagamento e informa seus dados. A partir daí, uma plataforma, como a Vindi, automatiza as cobranças no período estipulado, por exemplo, todo início de mês. Dessa forma, o cliente não precisa se lembrar do pagamento: tudo é operado diretamente com seu cartão de crédito.

Isso diminui a inadimplência e gera maior tempo de relacionamento e consumo do cliente com a marca. Ou seja, mais caixa para seu negócio!

Ampliando meios de pagamento online

Oferecer flexibilidade nos meios de pagamento sempre foi importante, porém, isso se tornou especialmente impactante no novo cenário.

A Leroy Merlin, por exemplo, pensando nos consumidores que aproveitaram o tempo em casa para fazer pequenas melhorias, passou a disponibilizar o modelo de aluguel de ferramentas, e não só venda. A estratégia fez a empresa passar a projetar um aumento de receita no período.

Além disso, nas compras online, os comerciantes precisaram equipar seus negócios com as ferramentas necessárias para atender às novas necessidades dos clientes na hora do checkout. Segundo o estudo do Capterra, 35% dos consumidores online desistem da compra caso a loja em que estejam comprando não aceite seu método de pagamento preferido.

Assim, as lojas passaram a investir em plataformas que oferecem tecnologia para cobrança no e-commerce. A Vindi é uma plataforma completa que pode ser integrada às lojas online via API, e oferece os principais meios de pagamento aos negócios. A ferramenta também oferece ferramentas para cobranças recorrentes, criação de planos de assinaturas, recuperação de inadimplência e muito mais!

Se está na hora de seguir essas dicas e reestruturar seu modelo de negócio, fale com os consultores da Vindi! Eles vão te dar todo o apoio e informações para você vender mais e receber sempre!


Redação por:
Daniela Leite, redatora da Vindi.

Fintechs lideram ranking de ética da Virtuous Company

Fintechs lideram ranking de ética da Virtuous Company | Foto por nikitabuida no Freepik.

A ética dentro das empresas é algo a ser levado a sério. Pode parecer básico, mas, por incrível que pareça, nem todas as empresas podem ser consideradas como os lugares mais éticos a se trabalhar.

A ética corporativa não se reflete só na prestação do serviços de qualidade ao cliente e na regularidade da situação da empresa perante as leis. Antes, ela é importante no ambiente interno, ou seja, na cultura vivenciada pelos funcionários da organização.

Assim, a consultoria Virtuous Company parou para analisar o que os funcionários dizem sobre as empresas onde trabalharam, por meio das avaliações opinativas na plataforma Glassdoor.

A pesquisa, denominada Ranking Virtuous Company de Cultura Ética® 2020, considerou 376 mil avaliações de colaboradores sobre 1.871 organizações brasileiras, de 2015 a 2019 na referida plataforma. Diversos setores entraram nesse bolo, entre eles, empresas de varejo, TI, saúde, serviços financeiros e outros, totalizando 17 segmentos.

A partir daí, as empresas receberam pontuações com base em 5 aspectos positivos e 5 negativos de sua cultura ética, sendo os positivos: confiança organizacional, liderança ética, orientação para o bem comum, empatia e liberdade para falar; contra os negativos: injustiça organizacional, liderança abusiva, orientação egoísta, falta de consciência e medo de retaliação.

No ranking de ética relativo ao setor de serviços financeiros – que inclui todos os bancos, corretoras, credenciadoras, seguradoras e as principais fintechs do país, totalizando 111 instituições -, as 5 primeiras posições foram exclusivamente ocupadas pelas fintechs:

  • Vindi – Plataforma B2B de pagamentos
  • Koin – Plataforma de boletos
  • Creditas – Plataforma de crédito online
  • Foxbit – Compra e venda de bitcoin
  • Nubank – Banco Digital

Você pode conferir o ranking de ética completo do setor financeiro aqui. Os relatórios dos demais segmentos estão sendo divulgados aos poucos pela Virtuous Company.

A Vindi, primeira colocada do ranking, é uma fintech de pagamentos recorrentes que atende 6 mil clientes e processou R$ 2,5 bilhões em vendas apenas no último ano. O CEO da companhia, Rodrigo Dantas, declarou que o resultado veio naturalmente, pois, na Vindi, se promove uma liderança transparente, somada à contratação de funcionários que tenham alinhamento aos valores construídos ao longo dos 7 anos de existência da empresa.

No geral, como as fintechs promovem a desburocratização dos serviços para seus clientes, faz todo sentido que essa cultura venha de dentro para fora. Ou seja, comece com um ambiente de empatia, liberdade de expressão, liderança próxima e, assim, maior motivação para as cabeças revolucionarem o mercado financeiro Brasil afora.

Conheça mais sobre a Vindi: acesse o site e redes sociais!


Redação por:
Daniela Leite, redatora da Vindi.

Como profissionalizar seu curso online? Aprenda com essas dicas e ferramentas!

Como profissionalizar seu curso online? Aprenda com essas dicas e ferramentas! | Foto por drobotdean no Freepik.

A internet democratizou grandemente o acesso ao conhecimento. Hoje, existem cursos online de diversas áreas, desde culinária até programação avançada, gratuitos ou pagos.

O panorama atual é muito favorável para a educação à distância (EaD). A demanda crescente, somada à praticidade de assistir um curso de onde estiver, tornam esse modelo extremamente atrativo para todos os tipos de público.

Dessa forma, existe uma grande oportunidade para profissionais de todas as áreas, de transmitir conhecimento por meio de aulas online, empreendendo seu próprio curso livre.

Aparentemente simples, a área demanda, na verdade, qualidade técnica para que os cursos possam se tornar fontes de renda valiosas para os empreendedores.

A chamada Educação 4.0 formatou novas formas de ensinar e aprender. Nesse sentido, nasceram as EdTechs, que são empresas que estão revolucionando a educação por meio da tecnologia.

Elas desenvolvem soluções tecnológicas, como plataformas de ensino, cursos online, jogos educativos, sistemas de gestão de aprendizado, entre outros, para a oferta de serviços relacionados à educação.

Mas, para quem quer se lançar no ensino, além de bom conteúdo, uma câmera e eloquência, o que mais é preciso para gerar um curso online inovador, com toda qualidade técnica? É que vamos mostrar a seguir!

Gravações de videoaulas

Uma opção para o professor é alugar estúdios de gravação profissionais. Nesses locais, existem pacotes que fornecem, além do local, toda a iluminação, microfones, boas câmeras e equipe para auxiliar na gravação.

Mas, principalmente para iniciantes, isso pode não ser financeiramente viável. Se esse for o caso, e a opção for gravar em casa ou no escritório, algumas dicas podem ajudar para que o resultado seja mais profissional:

  • Roteiro: crie um roteiro para não se perder durante as gravações. Nele, você pode colocar os principais pontos que vai falar na videoaula, e seguir a ordem proposta. Deixe as anotações ao lado enquanto grava para bater o olho facilmente;
  • Silêncio: opte pelo ambiente mais silencioso possível, para que os ruídos externos não interfiram na gravação. Para isso, o ideal é não ficar próximo a janelas e gravar no horário que for mais conveniente para a rotina do local;
  • Iluminação: a iluminação é muito importante para a imagem do vídeo ter boa qualidade. Se você não tiver equipamentos de iluminação profissional, pode fazer a gravação no cômodo com maior iluminação natural durante o dia. Um ring light também é uma opção acessível de equipamento de luz para gravações de aulas.
  • Microfone: nada de gravar direto para a câmera, sem, pelo menos, um fone de ouvido simples que já tem microfone. A fala é a principal parte do seu vídeo, e você não vai querer um áudio difícil de ouvir, não é mesmo? O microfone de lapela também é uma opção acessível de comprar, e não fica aparente nas gravações.
  • Fundo: o que aparece no fundo da gravação pode desconcentrar os alunos. Por isso, um fundo neutro, como uma estante de livros, pode ser a melhor opção quando não se tem um chroma key;
  • Tripé: hoje os smartphones podem gerar vídeos de alta qualidade, até mesmo 4K e 8K. É importante estabilizar a câmera em um tripé ou um apoio, para que a gravação fique sem tremores, já que essas lentes têm alta sensibilidade.

Por último, uma boa opção é trazer conteúdos ao vivo para sua audiência, pois essa tendência é mais interativa e dialoga melhor com a geração que vivencia a Educação 4.0.

Plataforma de cursos online

Após a gravação e edição desse conteúdo incrível, é hora de lançá-lo numa plataforma de cursos online, para que sua audiência possa conhecer, comprar e assistir as videoaulas.

Leia também: Como vender cursos online? 13 passos para escalar esse modelo!

Para hospedar o curso, você pode optar por plataformas conhecidas que já funcionam como uma vitrine para o curso. Nelas, o usuário pode buscar pelo site da plataforma o assunto que está interessado em aprender. Alguns exemplos são:

  • Hotmart;
  • Udemy;
  • Udacity.

Há também plataformas que permitem a criação do curso desvinculado do nome da hospedagem. É o caso da Samba Tech, Voxel Digital e EAD Plataforma. Com elas, os cursos precisam ser divulgados pelo administrador, com técnicas de SEO e Marketing Digital.

O empreendedor deve pesquisar os planos e preços que mais se adequam a realidade do seu curso. Um ponto muito importante de atenção na escolha é a robustez da plataforma: é importante que ela tenha recursos de segurança e suporte o tamanho da audiência pretendida para o curso.

Resumidamente, os recursos que qualquer plataforma de cursos online deve oferecer são:

  • Configuração de login para os alunos, permitindo que, caso preciso, o curso seja fechado para assinantes;
  • Suporte a audiências maiores, como 100 ou mais alunos simultâneos;
  • Relatórios de métricas, como quantidade de inscritos e audiência, dentre outros;
  • Opção de transmissão ao vivo;
  • Armazenamento de aulas gravadas;
  • Chat interativo.

Gamificação

A gamificação é outro recurso importante que pode ser agregado às aulas para gerar a interatividade desejada pelos alunos online.

Trata-se de uma estratégia em que os alunos aprendem por meio de estratégias parecidas com games. Aí entram diversos aspectos que podem trazer essa semelhança: quizzes, pontuação, recompensas por fase avançada, jogos educativos.

Esses recursos podem ser da própria plataforma de cursos, ou alcançados por meio de softwares como as plataformas Ludos Pro e Qranio.

Pagamentos dos alunos

Uma das características mais relevantes do modelo de cobrança de um curso online é que ele é um tipo de pagamento recorrente, dividido por mensalidades ou parcelas.

Para cobrar de forma recorrente de seus alunos, a melhor maneira de facilitar o recebimento e evitar inadimplência é automatizar as cobranças, de forma online.

A Vindi é uma plataforma de pagamentos com uma solução completa para permitir a cobrança automatizada de seus alunos. Com ela, é possível receber pelos principais meios de pagamento mais convenientes, como cartões, boletos digitais e link de pagamento.

E o melhor: a plataforma atende o modelo de assinaturas ou de vendas parceladas, basta configurar a opção desejada!

Entre em contato com os consultores da Vindi e saiba mais!


Redação por:
Daniela Leite, redatora da Vindi.

MVP: o que é e por que ele é importante para sua startup

MVP: o que é e por que ele é importante para sua startup | Foto por Freepik.

No universo do empreendedorismo, existem diversas metodologias para começar um negócio. Uma das mais interessantes é a Lean Startup (Startup Enxuta), que engloba o conceito de MVP (Minimum Viable Product), ou Produto Mínimo Viável.

Em linhas gerais, essa metodologia ajuda o empreendedor a lançar um produto sem desperdício de tempo, dinheiro ou recursos. Ele pode acelerar o tempo de lançamento no mercado, com a prerrogativa de que o MVP será aperfeiçoado a partir de testes com o público.

Qualquer produto pode ser gerado a partir de um MVP, sejam produtos físicos ou digitais, como aplicativos e softwares (SaaS), de qualquer segmento.

Então, se você quer empreender a partir de um produto próprio, ou lançar mais uma linha de produtos, entenda mais sobre o que é MVP e como começar a planejar o seu!

O que é MVP?

O Produto Mínimo Viável é a primeira fase de um novo produto. Essa versão já contém as principais características planejadas para o produto, mas é feito com o mínimo de recursos possível.

Ele já pode ser usado pelas pessoas, desempenhando suas funções e cumprindo sua proposta, porém será melhorado posteriormente.

O método é lançar o MVP apenas para um pequeno grupo de clientes, que serão os primeiros usuários a testar o protótipo. A partir daí, eles darão feedbacks ao empreendedor.

Com essas devolutivas, o produto poderá ser trabalhado nos aspectos identificados, para só assim chegar-se à sua versão final que será lançada no mercado, mais robusta e completa.

Qual o meu MVP?

Se você ainda não tem ideia do produto que quer criar, comece respondendo as seguintes perguntas sobre a sua proposta de valor:

  • Sobre qual segmento da economia tenho conhecimento e quero atuar?
  • Quais problemas pretende solucionar com o meu produto?
  • Para qual público quero vender?
  • Posso trabalhar com um modelo de produto recorrente (maior rentabilidade)?
  • O que vai agregar valor ao meu produto?
  • Quais diferenciais ele terá em relação ao que já existe no mercado?

Comece a estruturar essas ideias e buscar formas de construir seu MVP.

Veja mais: Como criar um MVP para a sua startup SaaS?

Como deve ser o MVP?

Apesar de ainda não ser a versão final, o MVP já deve ser o mais próximo possível da proposta pretendida. Para ser lançado aos usuários testadores, ele deve ser:

  • Seguro;
  • Funcional;
  • Enxuto.

De nada adianta lançar um MVP que não resolva ainda o problema a que se propõe, ou que apresente muitas falhas de performance. O ideal é que haja certa consistência e semelhança o que se pretende lançar no mercado. Porém, essa versão pode ser mais simples, sem, por exemplo, um design tão trabalhado.

Para buscar investidores, por exemplo, seu MVP já deve estar em uma fase avançada de viabilidade. Pois eles precisam sentir a solidez da sua proposta antes de investir.

Confira: Quais os principais fundos de investimento que investem em SaaS?

Para que serve o MVP?

Com os testes do seu produto, o empreendedor entende se ele é viável ou não. Então, ele direciona melhor os esforços na criação das funcionalidades e características.

Segundo a Endeavour, “o MVP prova a visão inicial da startup, revelando se aquela boa ideia corresponde mesmo um produto interessante na vida real, ou se era apenas uma ‘expectativa utópica’, sem lastro com as demandas práticas do mercado”.

Isso ajuda a ter evidências de que o mercado está aberto a sua solução. O que pode ser um atrativo para investidores.

Além disso, já em contato com uma possível clientela que testará o produto, o empreendedor tem uma visão do comportamento do consumidor com seu produto, o que pode dar novos insights, coisas novas que ele ainda não havia pensado.

Sentir o mercado é a melhor maneira de se adquirir confiança para lançar um produto de sucesso. Sem esse conhecimento prévio, o empreendedor pode investir muito em criar um lote de produtos, ainda não tão bons, e não obter os resultados esperados nas vendas, levando-o a prejuízos.

Como lançar um MVP?

Com o MVP em mãos, a etapa de lançamento consiste em conquistar um público disposto a testar o produto. Para isso, o empreendedor pode usar o ambiente online. Ele pode criar uma landing page, que é apenas uma página simples na internet, mais enxuta que um site. O que ela deve conter:

  • O que é o produto;
  • Para que ele serve;
  • Imagens do produto (se possível);
  • Formulário para cadastro.

Nesse formulário, os possíveis clientes deixarão suas informações de contato para poderem receber o produto e testá-lo.

O contato com esse público deverá ser aprofundado. Você deve atrair o perfil ideal de clientes para que os feedbacks sejam próximos do que o seu público real diria. Então, selecione os leads que realmente tenham a ver com seu produto.

A partir daí, a etapa seguinte é colher os feedbacks, criar hipóteses e testar novamente, até chegar na versão ideal do produto. Não deixe de registrá-lo, para que sua ideia não seja “clonada” por outras empresas.

Por fim, lembre-se: a metodologia Lean recomenda não se ater a aperfeiçoar o produto gastando tempo e recursos demais. Ele deve ser funcional, é claro, mas estipule um limite viável para lançar seu produto no mercado.

Na etapa posterior de vendas, lembre-se de escolher um modelo de vendas atrativo. Os clubes de assinatura são excelentes para o empreendedor fidelizar seus clientes e aumentar sua receita mensal.

Além disso, é essencial contar com uma plataforma confiável de pagamentos, para fazer seu negócio crescer ainda mais. Conheça a Vindi e entenda mais sobre como receber dos seus clientes de forma inteligente!


Redação por:
Daniela Leite, redatora da Vindi.

PIX: tudo que você precisa saber sobre pagamento instantâneo

PIX: tudo que você precisa saber sobre pagamento instantâneo | Foto por Freepik.

Em 16 de novembro, começará a funcionar, no Brasil, uma das maiores inovações já vistas no contexto de pagamentos do país: o PIX, nome dado pelo Banco Central (BC) ao seu novo sistema de pagamentos instantâneos.

O contexto de lançamento será muito favorável para essa novidade se tornar muito popular: será próximo à Black Friday, que esse ano poderá impulsionar ainda mais as compras online, já em alta pela pandemia. Mesmo nas compras em lojas físicas, por prevenção, há preferência por meios de pagamento contactless, que não envolvam tocar em cédulas ou maquininhas.

O PIX é uma transferência de valores que ocorre da conta do pagador diretamente para a conta do recebedor. Para um cliente (pessoa física) utilizá-lo, será necessário somente um smartphone com conexão de internet. Com isso, podemos dispensar cartões, maquininhas, cédulas de dinheiro e qualquer outro meio físico.

As empresas também poderão utilizar essa forma de pagamento mediante um cadastro no Banco Central.

Então, prepare-se para ver o PIX sendo muito utilizado e conheça todas as vantagens desse meio revolucionário de pagar e receber!

O básico sobre PIX

Algumas informações básicas que você deve saber:

Instantaneidade

Ao contrário de transferências DOC e TED, o PIX permitirá que os valores transferidos caiam em alguns segundos na conta do recebedor. Nada de esperar horário bancário e o tempo de um dia: pagou, recebeu!

Disponibilidade

As operações do PIX, além de instantâneas, podem ser feitas a qualquer momento. Ou seja, valem para todos os dias da semana, 24 horas, incluídos feriados e finais de semana. Incrível, não é?

Baixas taxas

A ideia do BC é que o PIX seja praticamente gratuito para a população. Existe apenas uma pequena taxa prevista para quem recebe, de R$0,01 (um centavo) a cada 10 transferências. Mas, segundo o BC, para o pagador, fazer o PIX será de graça!

Vamos observar como os bancos se adaptarão a esse sistema.

Um aspecto interessante para o comércio é que as baixas taxas do PIX, em relação às dos cartões, permitirão maiores possibilidades de descontos para clientes que pagarem pelo novo meio.

Como funciona o PIX

Hoje, quando transferimos valores para contas de outras pessoas, precisamos de vários dados, como: número de identificação do banco, agência, conta, CPF ou CNPJ e nome.

Com o PIX, o usuário poderá optar por uma chave de identificação muito mais simples. Em tempo de proteção de dados pela LGPD, essa conveniência cairá como uma luva para os usuários se sentirem sempre mais seguros. Bastará cadastrar um dado único na conta transacional PIX, como:

  • Número de celular;
  • E-mail;
  • CPF;
  • Será possível ainda o usuário criar uma chave aleatória, de letras e números, se não quiser passar esse tipo de dado ao pagador.

Pessoas físicas poderão registrar até cinco chaves por conta da qual sejam titulares, enquanto pessoas jurídicas poderão registrar até vinte chaves por conta. Podem ser cadastradas chaves PIX em mais de uma conta bancária, porém, elas não podem ser iguais de uma conta para a outra.

É bom informar que esse cadastro de chave é opcional. Quem não cadastrar uma chave, poderá continuar usando dados de agência e conta para receber um PIX.

A operação PIX

Para receber um pagamento PIX, bastará um usuário informar a chave de identificação cadastrada ou conta onde desejar receber a transferência. O pagador deve abrir o aplicativo do seu banco ou fintech, selecionar o meio de pagamento PIX, estipular o valor do pagamento e enviar a transferência para a chave de identificação do recebedor.

Em até 10 segundos, o recebedor terá a entrada do saldo em sua conta vinculada àquela chave PIX, e poderá usar o dinheiro como desejar. Então, pagador e recebedor serão informados sobre a efetivação da transferência. Muito simples e prático!

Sem vínculo bancário

Apesar das grandes instituições bancárias serem obrigadas pelo BC a disponibilizarem o PIX para seus clientes, não será necessário ter conta bancária para utilizá-lo.

É importante informar que o PIX é democrático e não pertence a nenhuma marca ou banco. Logo, as pessoas desbancarizadas poderão ter acesso ao PIX por outras instituições, como fintechs, sem ter que pagar nada a mais pelo serviço.

6 curiosidades interessantes sobre o PIX

Apesar de ser comum imaginarmos o PIX unicamente como uma forma de transferir valores para outras pessoas à vista, usando um app, ele será um meio bem completo e também terá algumas funcionalidades diferentes, como:

  • Permitirá compras parceladas;
  • Funcionará também por leitura de QR Code estáticos ou dinâmicos de lojas e de outros usuários;
  • Proporcionará agendamento de pagamentos;
  • Valerá não só para pessoas físicas, mas para pessoas jurídicas e governo;
  • Não haverá limite de valores para a transferência PIX;
  • Será possível o pagamento de boletos de luz e de outras instituições que venham a se associar ao PIX.
Cronograma de funcionalidades PIX. | Fonte: Distrito

A Vindi é uma das fintechs de pagamentos que faz parte do GT dos Pagamentos Instantâneos (PIX).

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Redação por:
Daniela Leite, redatora da Vindi.

Fintechs: o que são, exemplos e como elas podem ajudar sua PME

Fintechs: o que são, exemplos e como elas podem ajudar sua PME | Foto por jcomp no Freepik.

Você sabia que as fintechs, empresas de tecnologia voltadas para o mercado financeiro, estão se tornando as preferidas das PMEs? Elas vêm despontando como algumas das principais soluções financeiras do mercado, atendendo a diversas frentes, principalmente no setor de pagamentos.

Uma pesquisa recente da Capterra revelou que as pequenas e médias empresas (PMEs) brasileiras, que adotam fintechs em sua gestão, têm mais confiança nos serviços financeiros prestados do que aquelas que continuam usando apenas os serviços de corporações tradicionais.

Para o levantamento, o Capterra ouviu 349 gerentes responsáveis pelas áreas financeira e de contabilidade ou envolvidos diretamente na tarefa nas empresas em que trabalham.

Segundo o estudo, 71% das PMEs que utilizam fintechs têm um nível de confiança alto (55%) ou muito alto (16%) nos serviços contratados; já entre as empresas que usam instituições financeiras tradicionais, como bancos, esse índice cai para 28% e 4%, respectivamente.

O nível de satisfação dos clientes também é maior entre aqueles que adotam fintechs: 57% dizem estar satisfeitos com os serviços contratados, em relação a 14% satisfeitos com o sistema tradicional.

Mas afinal, por que as fintechs caíram no gosto das pessoas e das empresas e despontam como as melhores soluções financeiras do presente? E qual a sua definição? Vamos explicar a seguir. Boa leitura!

O que são fintechs?

As fintechs são empresas de inovação no ramo financeiro, que surgiram fora do sistema tradicional, para gerar soluções mais desburocratizadas e acessíveis quando se trata de finanças. Muitas delas nasceram como startups, e depois se consolidaram no mercado.

O termo “fin-tech” vem do inglês e quer dizer “tecnologia financeira”, o que já denota sua essência: são soluções geradas pela tecnologia para a área financeira de pessoas e negócios.

Os mais conhecidos são os bancos digitais. Mas, por “área financeira”, podemos entender diversas aplicações além de contas bancárias: controle de finanças pessoais ou empresariais, cartões, pagamentos, seguros (insurtechs), investimentos, empréstimos, crowdfunding e muitas outras categorias.

Existem hoje, no Brasil, mais de 742 fintechs, divididas em 14 setores, segundo dados do Distrito Fintech Report, realizado pela empresa Distrito. Houve um crescimento de 34,1% na comparação com primeiro estudo realizado pela empresa, no ano passado.

Os setores de fintechs que estão em maior crescimento no país são as de meios de pagamento, crédito e backoffice (softwares para gerenciamento financeiro de empresas).

Mas afinal, por que as fintechs são tão queridas?

Elas nasceram com o propósito de simplificar. Tradicionalmente, no cenário brasileiro, muitas pessoas e empreendedores podem ter dificuldade em entender as letras miúdas de contratos com bancos, gerando diversas dúvidas e inseguranças, como:

  • Quais são as reais taxas que vão pagar por um crédito;
  • Como investir melhor;
  • Qual o melhor seguro que podem contratar;
  • Qual tipo de conta devem abrir, etc.

As fintechs nasceram a partir de dores como essas, buscando trazer soluções mais intuitivas e descomplicadas para seu público, atuando alternativamente ao eixo: bancos, seguradoras e corretoras.

Uma das principais características das fintechs é sua operação 100% digital: geralmente não existe uma agência ou um local presencial de atendimento aberto ao público. Elas atuam por meio de seus aplicativos e/ou plataformas próprias, onde são operados os serviços e resolvidas todas as necessidades a que se propõem. Assim, reduzem muito seus custos operacionais.

Por oferecer toda essa praticidade, somada a menores custos e atendimento mais personalizado, as fintechs caíram no gosto das pessoas e empresas, e vieram para ficar.

Principais fintechs brasileiras

Como vimos, existem diversas categorias de fintechs, e algumas das mais conhecidas são as que podem ser usadas por pessoas físicas, como Nubank, PagSeguro, Neon, C6 Bank, PicPay.

Porém, mais de 55% das fintechs são B2B, ou seja, voltadas para outros negócios, principalmente PMEs, em todo o país. Conheça algumas delas:

Vindi

Há 7 anos no mercado, a Vindi é uma plataforma de pagamentos voltada a atender, principalmente, empresas com modelo de receita recorrente, que necessitam de eficiência operacional e escalabilidade.

Ela oferece uma estrutura completa de cobrança, para as empresas receberem de seus clientes de forma automatizada, segura e diversificada.

Além de poder realizar cobranças avulsas e variáveis, a plataforma permite automatizar um ciclo de cobranças para assinaturas, planos e mensalidades, e opera com diversas formas de pagamentos, desde cartões, boletos, até o link de pagamento.

Tudo para facilitar a vida financeira dos negócios e fornecer total controle de recebíveis e clientes, fomentando o crescimento sustentável das empresas.

Contabilizei

A fintech Contabilizei é focada em pequenas e micro empresas e busca democratizar a contabilidade, sendo uma plataforma voltada à abertura de empresas e ajuda com toda a parte burocrática do processo.

Funciona, basicamente, como um escritório de contabilidade online, que pode ser contratada mensalmente para ajudar em todo o processo contábil das empresas: notas fiscais, guias de impostos e relatórios contábeis como balanço, DRE e outros.

Vale a pena contar com esse tipo de serviço para manter as obrigações do negócio em dia.

Konkero

A Konkero é um guia de serviços voltado a ajudar as pessoas e negócios a encontrarem as melhores soluções de empréstimos, consórcios, seguros e muito mais.

Voltada a informar e ajudar na educação e consciência financeira, o site pode ser usado gratuitamente pelo público.

Creditas

A Creditas é uma fintech de empréstimos, com taxas de juros mais baixas e mais facilidade. Todo o empréstimo é feito online, desde a solicitação até o recebimento, o que possibilita menores custos operacionais repassados ao cliente. Pode ser uma opção para pequenas empresas que estão começando e só precisam de um pequeno capital de giro.

TuTu Digital

Para empréstimos específicos para empresas, a TuTu Digital é uma fintech especializada para micro e pequenas empresas. O empréstimo é financiado por investidores, através do sistema peer-to-peer lending, que conecta as duas pontas, dando oportunidade de grandes negócios acontecerem.

Há algumas outras fintechs nessa categoria de empréstimo peer-to-peer, como:

  • Biva;
  • IOUU;
  • Mutual;
  • Meempresta;
  • Kavod Lending.

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Redação por:
Daniela Leite, redatora da Vindi.

Formas de pagamento online: quais são as melhores opções?

Formas de pagamento online: quais são as melhores opções? | Foto por Freepik.

Conhecer as formas de pagamento online é essencial para entender o que é mais importante para o seu negócio e por qual meio você consegue converter mais vendas.

Além disso, se você tem um negócio digital, como uma loja, um clube de assinaturas, um SaaS ou qualquer outra empresa na internet, sabe que precisa de segurança e praticidade.

Por isso, neste artigo falaremos sobre as principais formas de pagamento online e como fazer a integração entre elas. Boa leitura!

Quais são as formas de pagamento online?

Em primeiro lugar, oferecer o maior leque possível de formas de pagamento online para seus clientes aumenta suas chances de vender.

Afinal, você está aumentando o poder de compra dele e, portanto, ele sabe que pode escolher a melhor opção naquele momento e confiar no seu serviço.

Além disso, precisamos dar um destaque maior para o fator segurança, porque existe uma forma de pagamento online que transmite essa credibilidade aos seus clientes de forma mais assertiva?

Você sabe qual é? Não? Então, acompanhe os tópicos seguintes!

Boleto

O boleto bancário é a forma de pagamento online mais democrática do Brasil. Isso porque, estima-se que hoje ainda existam mais de 45 milhões de desbancarizados em nosso país, que só podem comprar com dinheiro ou via boletos e carnês.

Dessa forma, se você quer essa fatia do mercado e ela se encaixa no seu Perfil de Cliente Ideal (ICP), precisa oferecer essa opção na sua página de pagamentos.

Além disso, é esse o meio de pagamento que ainda passa mais segurança a boa parte dos consumidores, já que o cartão de crédito, por muito tempo, foi campeão de fraudes para os hackers nos ambientes digitais.

No entanto, mesmo que você ofereça o boleto como forma de pagamento, ele não é suficiente, e precisa estar atrelado ao meio mais utilizado hoje no Brasil: o cartão de crédito.

Cartão de crédito

A praticidade do cartão de crédito fez com que ele fosse, em 2019, o campeão de transações em volume no Brasil.

Os dados são do Banco Central, fornecidos em uma pesquisa para o Distrito, e comprovam que essa forma de pagamento online é indispensável para o seu negócio.

Além disso, atualmente também é muito mais seguro oferecer o pagamento pelo cartão dentro do seu site. No entanto, você precisa de um recurso antifraude para proteger os dados sensíveis dos seus clientes.

Se você quer se aprofundar mais neste tema, baixe agora o e-book gratuito sobre antifraude clicando aqui!

Transferência bancária

A transferência bancária é pouco usada nos ambientes digitais, mas milhões de DOC e TED são feitos entre contas todos os dias.

Por isso, mesmo que você não ofereça a opção de transferência bancária na sua empresa, é fundamental que você fique por dentro do PIX do Banco Central, que começará a funcionar nos próximos meses.

Com ele, será possível fazer transferências em questão de segundos, com taxas muito menores e toda a segurança que uma transferência precisa.

Quer saber mais sobre o PIX? Então, clique aqui e descubra agora mesmo!

Débito em conta

O débito em conta, muito utilizado por empresas de telefonia e televisão à cabo, também é uma opção para algumas empresas, mesmo que seja utilizado em menor escala.

Além disso, empresas recorrentes usam o débito recorrente como opção de pagamento para clientes que preferem essa alternativa ao cartão de crédito.

Como usar as formas de pagamento online na empresa

Se você quer utilizar mais de uma forma de pagamento online no seu negócio, a sua principal preocupação precisa ser a integração entre elas e em como automatizar esse processo de gestão.

Por isso, existem duas soluções no mercado que precisam ser consideradas: uma plataforma de gestão de recebíveis e um link de pagamento que te dê mais flexibilidade para vender em todas as plataformas.

Plataforma de gestão de pagamentos online

Ter um parceiro especialista na saúde financeira do seu negócio e que ofereça uma solução completa para que você consiga receber através de várias formas de pagamento online é a melhor decisão que você pode tomar.

Além disso, você também precisa pensar em como funcionará a sua régua de cobrança, já que a inadimplência existe em qualquer empresa.

O ideal é que esse processo de cobrança também seja automatizado, principalmente pensando em eliminar fricções com seus clientes.

Dentro da plataforma da Vindi, por exemplo, você consegue cadastrar seus clientes, fazer vendas, solicitar estornos, gerenciar assinaturas e mensalidades, exportar relatórios em tempo real e cobrar por SMS e e-mail.

Dessa forma, você tem tudo o que precisa para otimizar sua gestão financeira em um só lugar.

Link de pagamento online

O link de pagamento funciona como uma maquininha de cartão, mas totalmente online. Com ele, é possível vender nas redes sociais, enviar por e-mail e oferecer várias formas de pagamento online, como boleto e cartão.

Se você gostou deste artigo, descubra muito mais sobre o universo de pagamentos e gestão com a Vindi!


Redação por:
Andressa Rosa. Colunista, roteirista, podcaster e redatora da Vindi. É especialista sobre o Mercado de Pagamentos, Assinatura e Economia da Recorrência, sendo uma das principais referências no setor.

Como receber sem sair de casa com um link de pagamento

Como receber sem sair de casa com um link de pagamento | Foto por Freepik.

O link de pagamento pode ser a solução que você procura para vender sem sair de casa. O cenário atual é uma ótima oportunidade para aproveitar as redes sociais para atingir seu público e vender por meio delas.

Segundo a 41ª edição do Webshoppers, o mais amplo relatório sobre e-commerce do país elaborado semestralmente pela Ebit|Nielsen – em parceria com a Elo, o consumo online cresceu exponencialmente na pandemia de Covid-19, abrindo novas oportunidades de negócios. O setor ultrapassou a marca de R$ 60 bilhões em faturamento e atingiu 148 milhões de pedidos.

Se você vende pela internet, ou tem uma loja física e está impossibilitado de abri-lá por conta da pandemia, os meios de cobrança online podem ajudar seu negócio. O link de pagamento é como uma maquininha de cartão no meio digital, porém com mais vantagens!

Entenda a seguir como funciona e quais os benefícios desse meio de pagamento inovador.

O que é o link de pagamento

É uma ferramenta que permite ao empreendedor realizar cobranças para seus clientes através de uma URL (link) personalizada para seu produto. O link é gerado em uma plataforma de cobrança, como a Vindi, pode ser customizado e enviado de forma online, por diversos canais, como email, Whatsapp, Instagram ou qualquer outro meio.

O link é válido tanto para vendas pontuais quanto parceladas ou recorrentes (semanais, mensais, anuais). Ou seja, é aplicável para diversos modelos de negócios, desde os pequenos até os grandes empreendimentos.

Para gerar links de pagamento, você não precisa ter um e-commerce ou um aplicativo próprio. Porém é necessário ter um CNPJ para poder criar conta na maioria das plataformas de cobrança que geram links de pagamento.

Depois de enviado, basta o cliente clicar no link e ele será direcionado para um página de pagamentos para concluir a compra por cartão de crédito ou boleto.

Como gerar um link de pagamento

Na plataforma de cobrança que você contratou, você acessa sua conta e cria seu link de produto ou serviço.

  • Você estipula qual é o produto ou serviço a ser vendido e qual o preço;
  • A URL pode ser personalizada conforme o nome do seu negócio ou produto, você digita o nome que desejar;
  • O link gerado deve ser enviado para o cliente que vai comprar seu produto ou serviço. Você escolhe o meio de comunicação com ele, seja nas redes sociais, e-mail ou apps de mensagem;
  • O cliente recebe o link e realiza o pagamento como preferir;
  • O estabelecimento é notificado e recebe seus proventos de acordo com o tempo estipulado por cada plataforma.

Vantagens

Como vimos, poder contar com um link de pagamento para otimizar as vendas é um grande diferencial para empreendedores. É uma forma extremamente prática e segura de receber. Na Vindi, você pode contar também com as vantagens:

  • Receber de todas as bandeiras de cartão pelo link de pagamento;
  • Receber à vista por boleto;
  • Não depender mais de maquininha de cartão;
  • Não precisar ter um e-commerce para gerar seus links de pagamento;
  • Usar as redes sociais para vender mais;
  • Poder integrar a plataforma da Vindi ao seu sistema de estoque, ERP, CRM e outros, via API.

Quer conhecer mais sobre essa solução? Assine a newsletter da Vindi e fique por dentro das inovações no mercado de pagamentos.


Redação por:
Daniela Leite, redatora da Vindi.

Como fidelizar clientes com a ajuda da tecnologia

Como fidelizar clientes com a ajuda da tecnologia | Foto por Freepik.

Mais do que retenção, fidelizar clientes gera compradores recorrentes e também promotores do seu negócio. E para isso, a tecnologia pode auxiliar em processos de fidelização que seriam muito mais complexos sem ela.

Todo mundo sabe que conquistar um cliente é mais caro do que reter os que já existem. Quando levamos em conta o Custo de Aquisição de Clientes, o famoso CAC, podemos perceber, na ponta do lápis, como fica essa conta. São ações de marketing, mídias pagas, atendimento e outros recursos necessárias para transformar seu lead em um cliente. E, se você possui um CAC maior do que o seu LTV, você terá prejuízo.

Por isso, é altamente estratégico para os negócios, sobretudo digitais, focar esforços na fidelização da base que já possui. Há nichos de negócios super concorridos, devido à facilidade de abrir e promover um empreendimento digital. Então, o que te diferencia de seus concorrentes e encanta o cliente na sua jornada de compra?

Acompanhe a seguir algumas estratégias essenciais para você começar a fidelizar seu público.

5 dicas infalíveis para fidelizar seus clientes

Se o seu objetivo é fidelizar clientes, os pilares para isso acontecer passam pela experiência do cliente, pelo atendimento e pelas facilidades oferecidas, procurando tornar o processo único e agradável para seu público.

Atente-se à navegabilidade do seu site

Se você vende online, imagine que o seu site é a sua vitrine. Nada melhor para cativar o seu cliente do que a atratividade visual da sua plataforma. Ela deve ser fácil de navegar, intuitiva e bem organizada.

Isso não diz respeito somente à aparência do site, que também é importante, mas há outros critérios que proporcionam uma boa experiência de compra ao consumidor, como:

  • Rapidez no carregamento das páginas;
  • Responsividade para mobile, ou seja, páginas que se adaptam a telas menores dos smartphones e dispositivos móveis;
  • Facilidade de visualizar e encontrar os produtos;
  • Clareza de informações como preço e características do produto (cores, tamanhos);
  • Sugestões de cross sell, ou seja, indicação de produtos complementares ao que o cliente está olhando (feitas por Inteligência Artificial) e que podem interessá-lo no momento da compra ou futuramente.

Também é importante deixar bem claro as informações sobre a loja, como contato, CNPJ e certificados de segurança do site. Isso transmite credibilidade e cativa a confiança do consumidor para comprar e retornar outras vezes.

E não é porque é virtual que sua loja não deve ter um atendimento, como no presencial. As principais plataformas de e-commerce oferecem integrações com chats para que seja possível o cliente mandar perguntas e ser respondido em tempo real, o que aumenta as chances de sanar as dúvidas, efetuar a venda e fidelizar.

Ofereça facilidade de pagamento

De nada adianta uma experiência incrível na sua loja se, no momento de fechar a compra (checkout), seu cliente não puder contar com opções diversificadas de meios de pagamento e parcelamento.

Esse pode ser um fator decisivo para ele comprar ou desistir do carrinho de compras. Por isso, invista em soluções de pagamento digital que proporcionem, no mínimo, o recebimento por cartão de crédito, débito e boleto.

Para proporcionar uma experiência de pagamento ainda mais segura, dê preferência ao checkout transparente, ou seja, uma página de pagamentos dentro do seu e-commerce, sem a necessidade de redirecionar o cliente para um site externo, como o PayPal.

Hoje, também há outras soluções ainda mais facilitadoras, como o link de pagamento, que você pode enviar pelas redes sociais para o cliente e basta ele clicar e preencher os dados de cartão para realizar o pagamento.

Encante-o em todos os aspectos!

Faça o follow up

Após a compra, o processo não termina. Não se esqueça de fazer um follow up com seus clientes. Ele nada mais é do que um acompanhamento da satisfação com a compra, na qual o cliente pode responder pesquisas como o NPS (Net Promoter Score) ou, simplesmente, comentar sobre a experiência que teve, dar feedbacks e sugestões. Tudo isso através de e-mail ou mensagem.

Ter esse contato é super precioso para melhorar seus processos e produtos, entender o que funciona ou não com seu público e potencializar suas vendas!

Além disso, é importante estar sempre disponível para oferecer uma política de trocas e cancelamentos, caso necessário.

Seu cliente irá apreciar a responsabilidade e atenção da loja, e terá mais chances de se lembrar de você em uma compra futura.

Lembre-o da sua loja

Com a comunicação digital, a facilidade de contato com o cliente é muito grande, e é útil lembrá-lo de tempos em tempos que seu estabelecimento está oferecendo novidades, descontos e vantagens.

Crie sua lista de contatos e planeje esses conteúdos para enviar periodicamente, por e-mail ou Whatsapp, e aumente as chances de sua oferta reencontrar o cliente no momento certo.

Ofereça a recorrência

Se você trabalha com produtos ou serviços que podem ser consumidos com certa periodicidade – como farmácias, petshops, cosméticos, comida congelada, seguros -, você tem uma oportunidade incrível de oferecer ao seu cliente produtos e serviços por assinatura, aproveitando todos os benefícios da economia da recorrência.

Para isso, basta promover um modelo vantajoso, no qual:

  • O cliente pode contar com a entrega do produto em uma frequência combinada, sem ter que lembrar de fazer a compra todo mês;
  • Você recebe todo mês o valor da assinatura e garante a previsibilidade da sua receita mensal, por uma plataforma que automatiza a cobrança periódica e reduz a inadimplência.

A longo prazo, é possível oferecer preços especiais ou premiações para quem assina seu produto ou serviço (ainda mais chances de fidelizar clientes!).

Se você está procurando uma solução para os meios de pagamentos da sua loja, ou tem interesse no modelo de assinaturas, conte com a Vindi para ajudar o seu negócio a vender mais e sempre.


Redação por:
Daniela Leite, redatora da Vindi.